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A Decisões e Soluções realizou, no passado dia 14 de fevereiro, no hotel Mélia em Braga, uma reunião da direção geral da empresa com a presença de vários colaboradores da Coordenação Norte I, entre eles, de Paços de Ferreira e Lousada.

O Novo Banco apresentou prejuízos superiores a mil milhões de euros no exercício de 2018 e vai pedir 1,15 mil milhões de euros ao Fundo de Resolução.

Em funções dos prejuízos elevados, o banco liderado por António Ramalho vai pedir uma injeção de capital de 1.149 milhões de euros ao Fundo de Resolução, divulgou esta sexta-feira a instituição, em comunicado. "Em resultado das perdas das vendas e da redução dos ativos legacy, o NOVO BANCO irá solicitar uma compensação de 1.149 M€ [milhões de euros] ao abrigo do atual Mecanismo de Capital Contingente (CCA). Este montante decorre em 69% das perdas assumidas sobre os ativos incluídos no CCA e 31% devido a requisitos regulatórios de aumento de capital no quadro do ajustamento do período transitório dos rácios de capital e ao impacto do IFRS 9".

Ainda segundo o banco, o valor das compensações relativamente a 2017 e 2018 "totalizam 1,9 mM€ [mil milhões de euros] que compara com o montante máximo estabelecido no CCA de 3,89 mM€".

O número de dependências bancárias em Portugal regrediu mais de 20 anos e é atualmente semelhante aos valores verificados em 1994.

Segundo a Marktest, nas últimas duas décadas, “o número de dependências registou uma tendência sempre crescente até 2011, apenas interrompida nos anos 2001 e 2002, que registaram pequenos decréscimos. Em 2011 observou-se um máximo de 6297 dependências bancárias, ano a partir do qual se têm registado sucessivos decréscimos neste número. Em 2016 existiam menos 1850 dependências bancárias do que as observadas em 2011 (ou menos 29%) e um número semelhante ao verificado 20 anos antes”.

Os dados revelam ainda que a “Caixa Geral de Depósitos, com 717 dependências, é o banco de maior dispersão regional, presente em todos os concelhos do país. O Crédito Agrícola, com 679 dependências, está presente em 278 dos 308 concelhos do país e é a segunda instituição com maior dispersão, sendo o Millennium bcp a terceira, com 617 dependências em 225 concelhos”.

A quebra foi mais acentuada nos concelhos de Lisboa, Porto e Vila Nova de Gaia, que, em conjunto, perderam 373 dependências em 5 anos.

A maioria dos portugueses está consciente sobre o funcionamento dos veículos elétricos.

Um estudo da Cetelem referiu que os portugueses inquiridos sabem que o seu funcionamento assenta numa combinação de motor elétrico/bateria, dividida na realidade em três versões através da sua tração – completamente elétrica, híbrida plug-in ou com prolongador de autonomia.

A maioria dos automobilistas inquiridos pelo Observador Cetelem Automóvel (69%), parecem conhecer como funcionam os veículos elétricos (VE). Surpreendentemente, a Noruega (67%) e a China (73%), pioneiras na utilização deste tipo de veículos, não integram a maior percentagem de automobilistas bem informados . Os que afirmam ter mais conhecimentos, são mesmo os respondentes residentes na Polónia (88%), na Itália (80%) e na Turquia (76%).

Também a maioria dos automobilistas portugueses (65%) afirma conhecer com precisão o que são os veículos elétricos e o seu modo de funcionamento, embora, neste caso, se encontrem abaixo do valor médio do estudo. Refira-se que os espanhóis são os inquiridos que menos conhecem com precisão as premissas com que um VE funciona, sendo apenas 58%.

Mas conhecer não significa saber e, numa média total do estudo, 70% dos inquiridos declaram não dispor de informações suficientes, nomeadamente sobre os desempenhos reais destes veículos ou a existência de ajudas públicas à compra. No Japão, país de origem de alguns construtores de modelos elétricos, 83% dizer ter falta de informação. Os que se consideram mais informados são mesmo os condutores franceses (41%).

No caso nacional, cerca de 60% dos inquiridos diz querer mais informações. A disponibilização de esclarecimentos sobre a existência de ajudas estatais, desempenhos reais dos veículos elétricos bem como conclusões das experiências dos primeiros utilizadores servirão para fazer desmistificar os mistérios destes veículos e fazer evoluir a perceção sobre os mesmos.  

Os portugueses são os consumidores da Europa Ocidental que mais acreditam no futuro dos Veículos Elétricos. E embora os reconheçam como um meio de transporte ecológico, encontram ainda entraves para os adquirir. 

O estudo da Cetelem revela que cada automobilista português percorre, em média, 16 795 km por ano, mais 800 quilómetros do que a média mundial (15 967 km). Contas feitas, cada automobilista português faz, em média, 46 km diários e 8 viagens superiores a 400 km por ano. Para as concretizarem, fazem uso dos cerca de 4,6 milhões de veículos dos quais são proprietários, o que perfaz uma média de 479 veículos por cada mil habitantes. Neste contexto, porém, a quota de mercado dos veículos elétricos e híbridos junto dos particulares permanece marginal (respetivamente 0,7% e 3,2% em 2017), ainda que esteja a crescer a um maior ritmo nos últimos anos.