A democracia teve o mérito de convergir os conceitos de política e sociedade. Uma não avança sem a outra e só com transparência e seriedade no domínio da política permite construir uma sociedade mais justa e igualitária. Na teoria, tudo parece bater certo na democracia, mas para que tal aconteça é necessário que os políticos cumpram com as promessas assumidas quando tomaram posse de um governo, seja ele local ou nacional, para não caírem na teia da mentira e desrespeito pelos cidadãos. Este pensamento é transversal e a parte da mentira pode enquadrar-se nos municípios em que as políticas do seu líder não se enquadram com as premissas da justiça e igualdade de tratamentos. Principalmente quando existem manobras sinistras e sinuosas, com o objetivo de favorecimentos próprios e dos seus semelhantes. A política não pode ser isto. Deve existir apenas a preocupação de criar condições para melhorar a condição de vida dos seus cidadãos, e sempre com políticas baseadas na boa-fé. É por isso que defendo os candidatos que assumem publicamente que não concordam com esta forma de fazer política e se comprometem a romper em definitivo com essa visão. Estou ao lado dos políticos que demonstram coragem para enfrentar o poder sem medos e construam o seu caminho de luta contra esse regime. Mas que essa coragem seja real e não uma forma de camuflar esquemas maquiavélicos de cooperação com o poder. E como a mentira tem perna curta, a verdade virá sempre ao de cima. Que aqueles que pretendem enfrentar o poder de uma autarquia, que demonstrem efetivamente ao que vão e sejam cristalinos nas opiniões.

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