Depois dos tempos mais conturbados do pós 25 Abril, Portugal conhece um período de estabilidade e um enorme crescimento económico nos Governos do PSD de Cavaco Silva, 1133 Km de estradas e auto-estradas, 640 Km de via-férrea, 4116 Km de reabilitação de redes e condutas de distribuição de água, 248 ETAR´s, 662 estabelecimentos de ensino, 132 infra estruturas culturais, construção de vários hospitais de norte a sul do país, o nível de vida português subiu de 65 para 79% em relação ao nível de vida da europa, o PIB cresceu 5,6% ao ano, a procura interna cresceu 7,5% ao ano, o crescimento da economia em Portugal chega a estar entra as mais altas da OCDE. Estes são alguns dos exemplos de quem concluiu obra, ao invés de quem anuncia obras mais que uma vez, sem as executar como é hábito nos governos socialistas.

Desde aí Portugal entrou num ciclo de recessão, primeiro foi o pântano conduzido por António Guterres, começando aí a triste sina do PSD, recuperar Portugal dos desvaneios socialistas. Durão Barroso e Santana Lopes em dois momentos destintos da mesma legislatura, iniciam a recuperação do nosso país. Jorge Sampaio, então Presidente da República, não conseguiu despir a sua veste de socialista, e dissolve a assembleia da república convocando eleições antecipadas. Jorge Sampaio sabia á data, que se não agisse daquela forma e naquele momento, seria impossível o PS ser governo num futuro próximo.

Em consequência dessa decisão, as eleições seguintes promovem o primeiro primeiro-ministro preso da história de Portugal. As suas histórias de influências em casos que ainda hoje estão por julgar, são mais do que conhecidas, assim como são conhecidos os vários rostos desses governos que nos levaram a mais uma bancarrota socialista na nossa história, e que ainda circulam no actual governo.

O governo liderado por Pedro Passos Coelho enfrentou de forma responsável e séria o maior processo de recuperação de Portugal como não há registo. Após colocar o país no rumo da prosperidade, com rigor e reformas difíceis mas necessárias, a melhor forma que o país encontrou para retribuir o seu empenho e dedicação, foi renovar a sua legislatura, mas sem maioria nas eleições seguintes.

Entretanto, no largo do Rato, os ratos que tinham expulsado António José Seguro do PS, iniciam conversações com a extrema-esquerda, para liderar o assalto ao poder. Em quarenta anos de democracia, o chefe de governo foi sempre aquele que venceu as eleições, mas em 2015 os valores éticos e as linhas vermelhas não existiram, importante era atingir o poder, os meios não eram importantes.

António Costa assume a (des)governação do país, revertendo reformas para acalmar a extrema-esquerda. No restante, o Ronaldo das finanças, Mário Centeno, actua do lado da despesa com cativações que incidem praticamente nas rúbricas: investimento público, corrente e de médio prazo; serviços e equipamentos; aquisição de produtos e; transferências. Os problemas acumulam-se com cativações, ano após ano, o somatório das mesmas atinge um valor excessivo, a degradação atinge todos os sectores com maior impacto na saúde, a inexperiência dos boys socialistas e a sua deficiente formação na área financeira cria constrangimentos na máquina do estado.

Não há alternativa, somente com a diminuição da nossa divida conseguiremos consequências positivas em toda a economia e sistema financeiro português. Entretanto, eles vão nos premiando com a sua ineficácia face a esta pandemia, TAP, Novo Banco, SEF, Tancos, Plano de vacinação,……e continua o role de problemas deste país, pela inércia e incompetência dos governos socialistas, até que o PSD regresse, para colocar novamente ordem no país e um futuro melhor aos portugueses. Acorda Povo!

É assustador perceber que estamos entregues á nossa própria sorte! Não tenhamos dúvidas, que as nossas liberdades e garantias tal como as conhecemos, demorarão tanto tempo a ser restituídas, quanto o tempo que durar esta pandemia, e, quando somos governados por um governo que domina a comunicação social e todos os setores do estado, com nomeações no mínimo duvidosas, teremos que estar no mínimo apreensivos e desconfiados.