Houve falhas no circuito das listas e dados desatualizados, o que culminou na não convocação dos professores para a vacinação.

A Federação Nacional da Educação (FNE) assinalou de forma positiva a forma como a vacinação de docentes e não docentes decorreu durante o final de semana. No entanto, foram registadas algumas situações de procedimentos não adotados que não contemplaram os docentes e não docentes de determinados agrupamentos.

No Agrupamento de Escolas Eugénio de Andrade, no Porto, foram vacinados apenas cinco profissionais e, de acordo com a FNE, “nenhum deles educador ou professor do 1º ciclo”. De acordo com a FNE, a justificação foi de que “houve uma falha no circuito das listas que, pelo que o Agrupamento já enviou um novo ficheiro atualizado para o Ministério da Educação”.

Já no Agrupamento de Escolas de Padrão da Légua, em Matosinhos, “não foram convocados os educadores e os docentes do 1º ciclo” sendo que, o próprio agrupamento desconhece o motivo do sucedido sendo processado um novo agendamento.

Além destes, o Agrupamento de Escolas Clara de Resende, no Porto, também desconhece a razão pela qual os docentes não foram vacinados, sendo que enviou os ficheiros, porém os docentes não foram convocados para vacinação e decorrerá, também, um novo agendamento.

A FNE regista, também, em nota, que noutros agrupamentos do país houveram vários constrangimentos devido à “não atualização de alguns dados, designadamente números de telefone”.

Um outro problema confinado à FNE foi o do “envio de dados de docentes e não docentes” e, noutros casos, os profissionais não foram convocados por não constarem nas listas. Conforme nota da FNE, “os agrupamentos estão agora a fazer o levantamento de quem não foi convocado, para enviar as novas listagens para o Ministério da Educação”.

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