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O presidente da concelhia do PSD de Paços de Ferreira foi crítico com a Câmara Municipal sobre a política defesa pelas vítimas de violência doméstica verificadas no concelho. Joaquim Pinto entende que a autarquia pratica “ações de âmbito social assentes em foguetório e sem resultados palpáveis”.

O líder social-democrata de Paços de Ferreira aproveitou a conferência ‘Vidas Rasgadas’ sobre a violência doméstica para criticar a política adotada pelo executivo municipal sobre esta matéria. “Temos uma autarquia que aposta em ações de âmbito social assentes em foguetório e sem resultados palpáveis, dos quais são exemplo o Cartão Municipal Sénior ou de Juventude, com pouca adesão, e descura o essencial, parecendo manter-se alheia aos trágicos números de violência no seio das famílias pacenses”, referiu Joaquim Pinto, lembrando depois as estatísticas conhecidas acerca da violência doméstica em Paços de Ferreira, que são “um foco de preocupação”. Nesse sentido, o vereador da oposição vai solicitar ao Presidente da autarquia na Reunião de Câmara, a apresentação dos “resultados decorrentes dos recursos públicos municipais que andam a ser direcionados para este tema".

Estas declarações foram proferidas à margem da conferência organizada pelas Mulheres Sociais Democratas (MSD) de Paços de Ferreira, que decorreu na sala de conferências do núcleo de Frazão da Cruz Vermelha Portuguesa. ‘Vidas Rasgadas’ contou com a moderação de Carla Barros, deputada da Assembleia da República e Presidente da Comissão Política Distrital dos Trabalhadores Sociais Democratas do Porto, e contou com a participação dos oradores, Manuel Albano, especialista na área da Violência Doméstica e Rui Teixeira, advogado com intensa atividade neste tema.

No final da conferência foi realizado um workshop de técnicas de defesa pessoal apresentado pelo mestre Tiago e alguns elementos da sua academia.

Célia Carneiro, coordenadora das MSD de Paços de Ferreira, justificou a escolha deste tema para a realização da conferência porque reflete o facto de retratar um assunto que “infelizmente, é bem atual e acontece muitas vezes bem próximo de todos nós”, concluiu.

Os principais canais privados de televisão portugueses pagaram mais de 1,2 milhões de euros aos cerca de 70 políticos e ex-políticos em 2018, pelos espaços de opinião. Paulo Portas recebe 118 euros por cada minuto.

A notícia é avançada pela revista Sábado, que revela os valores astronómicos pagos a políticos e ex-políticos para estarem nos estúdios a comentar sobre assuntos da atualidade. Paulo Portas e Marques Mendes foram os que mais lucraram em 2018, com o antigo presidente do CDS a receber 118 euros por cada minuto de intervenção.

Paulo Portas tem um contrato com a TVI de 7200 euros por mês, enquanto Marques Mendes, antigo presidente do PSD, aufere na SIC 7500 euros brutos por mês, correspondente a 85 euros por cada minuto, por ter um espaço de antena mais alargado do que Paulo Portas.

A Sábado revela ainda que o programa ‘Quadratura do Círculo’, que passou na SIC até janeiro, custava 400 mil euros por ano, com José Pacheco Pereira, Jorge Coelho e António Lobo Xavier a receberem 7500 euros, cada um.

Dos outros nomes divulgados pela Sábado, destacam-se Francisco Louçã, que recebe 2500 euros por mês na SIC, Paulo Rangel ganha entre mil e 5 mil euros por mês na RR e na TVI;

António Leitão Amaro, deputado do PSD, recebe 1.500 euros por mês pelos comentários na SIC Notícias, e Marco António Costa (PSD) recebe 1.500 euros por mês para comentar também na SIC Notícias.

O autarca de Lisboa Fernando Medina declarou 40.680 euros em 2017 de rendimentos nos comentários na comunicação social, que têm lugar na TVI e uma coluna (já extinta) no Correio da Manhã. Já Ana Catarina Mendes, número dois da direção do PS, chegou a receber 400 euros por programa na TVI.

Assunção Cristas (CDS), João Ferreira (PCP) Adolfo Mesquita Nunes (CDS) e Manuela Ferreira Leite (PCP) não revelam quanto recebem pelos programas.

Mariana Mortágua assume uma posição diferente e entrega ao Bloco de Esquerda os 1500 euros mensais que ganha na SIC Notícias, depois de liquidar o IVA. Marisa Matias, também do Bloco, declarou que não é remunerada pela sua participação nos programas da TVI.

O Correio da Manhã acrescentou ainda que o Presidente da República, que foi comentador televisivo durante muitos anos, chegou a receber 10 mil euros por mês na TVI.

A Comissão Política do CDS Paredes aprovou por unanimidade a indicação de Ana Raquel Coelho, advogada e vice-presidente da Comissão Política do CDS Paredes, para integrar a lista de candidatos a deputados à Assembleia da República pelo distrito do Porto.