A Juventude Socialista (JS) Paredes exige que seja feito um esforço no investimento de profissionais de saúde para o Hospital do Tâmega e Sousa e a criação de uma nova unidade hospitalar para responder às insuficiências reveladas nos serviços, nesta fase pandémica.

Em comunicado, a JS Paredes demonstrou preocupação pelo deficiente funcionamento do hospital do Tâmega e Sousa que, lembra, dá resposta a 12 concelhos de quatro distritos, tendo sido projetado para servir “350 mil pessoas”, mas serve “na realidade, mais de meio milhão”.

A sobrecarga nos serviços leva a que o hospital, na opinião dos jovens socialistas, apresente “o pior serviço de urgência na região do Porto. Nesta senda, resta acrescentar que o mesmo se encontrava desde 15 de janeiro de 2020, até pelo menos 8 de novembro deste ano, sem diretor do Serviço de Urgência. Serviço esse que encontra com as suas instalações impedidas de serem ampliadas visto o projeto referente as mesmas, estar desde 2017 à espera do despacho do Ministério das Finanças”, lamentaram.

E é por estas insuficiências que a JS Paredes pretende reivindicar “uma cobertura de saúde capaz de dar resposta a uma população de mais de 500 mil pessoas, ou seja, reivindicar o direito à saúde plasmado no artigo 64.º da Constituição da República Portuguesa. Assim, mostra-se premente denunciar a insuficiência do centro hospitalar do Tâmega e Sousa, exigir um reforço do investimento de profissionais de saúde, e se necessário se revelar, uma nova unidade hospitalar que responda a insuficiências de anos e que concretize direitos fundamentais”, justificaram.

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