Dos 250 hectares, 200 estiveram a cargo da primeira Brigada de Sapadores Florestais e os restantes 50 a cargo da segunda brigada. As ações de limpeza realizaram-se nos concelhos de Baião, Cinfães, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira e Penafiel.

Desenvolvidos em estreita articulação com os Gabinetes Técnicos Florestais dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) e com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), decorreram, em todos os municípios, intervenções florestais em prol da diminuição de riscos de incêndio. Os trabalhos, realizaram-se sobretudo nas áreas com maior vulnerabilidade, correspondendo a manchas florestais ou pela sua proximidade a estas.

As Brigadas de Sapadores Florestais da CIM do Tâmega e Sousa, em 2020, intervencionaram cerca de 250 hectares, destes, 200 estiveram a cargo da primeira Brigada, constituída a partir de 2019, as restantes 50 da segunda, formada em junho do ano passado, adianta nota do CIM do Tâmega e Sousa.

De acordo com a mesma fonte, as “ações de silvicultura preventiva destaca-se a intervenção com fogo controlado em cerca de 65 hectares da serra de Matos, em Baião, dando assim cumprimento ao Plano Nacional de Fogo Controlado definido para essa rede primária”.

A ação foi executada pela primeira Brigada de Sapadores Florestais, participante, também, no projeto piloto do Mecanismo de Apoio à Realização de Queimadas (MARQ), em parceria com a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), o ICNF 3 o Município de Cinfães “que procura sensibilizar e apoiar os pastores na realização de queimadas em áreas de silvopastorícia e contribuir para a redução da área ardida de forma desregulada durante o verão”, adianta nota.

O projeto em questão, decorreu na serra de Montemuro, em Cinfães, onde se queimaram, de forma controlada, cerca de 20 hectares de área de pastoreio. A primeira Brigada de Sapadores Florestais participou em 20 ações de combate a incêndios e de rescaldo, nos concelhos de Baião, Cinfães, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira e Penafiel.

No contexto florestal do Tâmega e Sousa, em 2019, foi criada a primeira Brigada de Sapadores Florestais e, em junho do ano passado, a segunda Brigada, lideradas por um engenheiro florestal, “num total de 30 operacionais, e a constituição do Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal do Tâmega e Sousa, também em 2019”, refere nota.

A área da atuação das Brigadas de Sapadores Florestais estende-se pelos 11 municípios integrantes na CIM do Tâmega e Sousa, de acordo com a própria, “em consonância com os objetivos definidos, a nível municipal, nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios e, a nível nacional, na Estratégia Nacional para as Florestas e no Plano Nacional de Gestão Integrada de Fogos Rurais”. Tanto as brigadas como o Gabinete Técnico Florestal Intermunicipal do Tâmega e Sousa são cofinanciados pelo ICNF, através do Fundo Florestal Permanente.

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