Manifestação do Comércio Local em Paços de Ferreira face às medidas de fecho estipuladas pelo Governo

Esta manhã, em Paços de Ferreira, realizou-se uma manifestação, em marcha silenciosa, desde o Parque Urbano de Paços de Ferreira até à Câmara Municipal em sinal de protesto pelas medidas impostas pelo governo face ao Comércio Local.

Face às medidas impostas pelo Governo, que implicam o fecho do comércio local, os empresários saíram à rua em forma de protesto, pedindo somente “para trabalhar”. Catarina Jorge, membro da organização da manifestação, refere “nós só queremos estar abertos” e, em declarações ao EMISSOR, adianta que “só os pequenos” é que estão a ser prejudicados.

Ao longo da manifestação, vários empresários levaram cartazes que evidenciavam a sua revolta contra as medidas estipuladas, entre eles, cabeleireiros e lojistas, como Glória Alves que afirma “ou fecha tudo, ou não fecha ninguém”, justificando que as ruas continuam “cheias de gente e só estão meia dúzia de lojas fechadas”.

Neste momento, sem garantias ou apoios, os comerciantes vêm-se injustiçados e manifestam o seu descontentamento em frente à Câmara Municipal de Paços de Ferreira, local onde procuram “ser ouvidos, e que o de lá de cima, o ‘grande’, nos ouça, porque nós também contribuímos para Portugal”, conclui Catarina Jorge.

 

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Manifestação do Comércio Local em Paços de Ferreira face às medidas de fecho estipuladas pelo Governo

Manifestação do Comércio Local em Paços de Ferreira face às medidas de fecho estipuladas pelo Governo

Esta manhã, em Paços de Ferreira, realizou-se uma manifestação, em marcha silenciosa, desde o Parque Urbano de Paços de Ferreira até à Câmara Municipal em sinal de protesto pelas medidas impostas pelo governo face ao Comércio Local.

Face às medidas impostas pelo Governo, que implicam o fecho do comércio local, os empresários saíram à rua em forma de protesto, pedindo somente “para trabalhar”. Catarina Jorge, membro da organização da manifestação, refere “nós só queremos estar abertos” e, em declarações ao EMISSOR, adianta que “só os pequenos” é que estão a ser prejudicados.

Ao longo da manifestação, vários empresários levaram cartazes que evidenciavam a sua revolta contra as medidas estipuladas, entre eles, cabeleireiros e lojistas, como Glória Alves que afirma “ou fecha tudo, ou não fecha ninguém”, justificando que as ruas continuam “cheias de gente e só estão meia dúzia de lojas fechadas”.

Neste momento, sem garantias ou apoios, os comerciantes vêm-se injustiçados e manifestam o seu descontentamento em frente à Câmara Municipal de Paços de Ferreira, local onde procuram “ser ouvidos, e que o de lá de cima, o ‘grande’, nos ouça, porque nós também contribuímos para Portugal”, conclui Catarina Jorge.

 

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