A população de Aguiar de Sousa encontra-se indignada com o procedimento de colocar nos terrenos, armadilhas ilegais para Javalis.

Celeste Lopes, membro da comissão política do PSD de Paredes bem como responsável pela preservação ecológica e pela defesa do bem dos animais “é confrangedor ouvir constantemente os latidos de dezenas de cães que procuram ajuda dos humanos, ora por atropelamentos, ou por terem caído em armadilhas para a caça ao Javali, como aconteceu esta semana, numa zona onde não existem vestígios de tal animal, tudo isto com a complacência de Alexandre Almeida, presidente da CM de Paredes e do Presidente de Junta de freguesia de Aguiar de Sousa”.

Após o PSD Paredes já ter denunciado o “flagelo” que acontecia em Aguiar de Sousa e ter confrontado o atual presidente da Câmara de Paredes, através dos vereadores e deputados municipais. De acordo com o partido “o canil de Paredes não funciona. Alexandre Almeida está só interessado nas próximas eleições. Mas como os cães não votam, este edil tenta esconde o sol com a peneira. Mas a verdade, e ninguém o pode esconder, é que pela calada de noite, existem delinquentes, não se sabe a soldo de quem, que decidiram colocar armadilhas para Javalis, artefactos que são ilegais”, denuncia Celeste Lopes.

De acordo com o PSD de Paredes, a população de Aguiar de Sousa encontra-se indignada com o procedimento “cruel e ilegal de colocar nos terrenos contíguos às zonas residenciais armadilhas ilegais para Javalis, que podem até atingir algumas crianças que ali brincam”, tendo sido capaz de resgatar um cão que se encontrava preso numa das armadilhas.

Ricardo Sousa adianta que “Alexandre Almeida só não minimiza este flagelo porque não quer”, uma vez que prefere “esbanjar dinheiro do erário público em proveito próprio, como colocar ‘outdoors’ em pré-campanha” e acrescenta que “em três anos, Alexandre Almeida nada fez para resolver este problema de falta de controlo de animais errantes, nem o mínimo que a lei exige e vem agora insinuar que a culpa é das pessoas que alimentam os pobres animais, como se deixá-los morrer à fome fosse sequer uma opção a considerar”.

De acordo com Celeste Lopes, o presidente da Câmara Municipal de Paredes, nunca optou por uma política animal, porque “não se esteriliza, não se sinaliza, não se controla as matilhas e por isso estas não param de crescer”.

 

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