A greve dos agentes da Polícia Municipal de Paços de Ferreira vai impedir a autarquia de satisfazer os pedidos para a realização de eventos organizados pelas associações do concelho, designadamente cortes de estrada. Esta resposta surgiu na sequência da tomada de posição da Polícia Municipal.

A Câmara Municipal de Paços de Ferreira não reagiu diretamente às acusações da Polícia Municipal que justificaram a greve às horas extraordinárias por tempo indeterminado e que terá efeito a partir desta sexta-feira. Numa breve nota de imprensa, o município referiu que “as horas extras realizadas pelos agentes da Polícia Municipal, que são remuneradas de acordo com a Lei, resultam dos inúmeros pedidos para a realização de eventos organizados por associações e outras instituições do concelho, os quais a Câmara Municipal tem vindo a satisfazer, designadamente cortes de estrada”. Com a convocação da greve, a Câmara Municipal adiantou que “tais pedidos ficam impedidos de ser satisfeitos pela Câmara Municipal”.

Sobre as reivindicações dos agentes que determinaram a greve, a autarquia apenas referiu que “estão a ser analisadas pelos serviços jurídicos do município a fim de ser dada a necessária resposta”.

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