José António Pacheco, membro da Assembleia de Freguesia de Paredes e Presidente do Núcleo da Cidade de Paredes do CDS-PP, afirma que o presidente da Câmara de Paredes, Alexandre Almeida, e o seu executivo, estão a criar condições para “a degradação da qualidade de vida na cidade de Paredes sirva de desculpa para levar a sede do concelho para Rebordosa”.

Para o membro da assembleia de freguesia de Paredes eleito pelo CDS-PP e presidente do Núcleo de Freguesia de Paredes do respetivo partido, José António Pacheco, o que Alexandre Almeida quer fazer, “é transformar a sede do concelho de Paredes num subúrbio degradado e não inclusivo como os que se veem nos bairros adjacentes às grandes cidades”, afirmando que o presidente da Câmara de Paredes “quer construir um gueto para pessoas pobres”.

Além destas afirmações, José António Pacheco acrescenta que “Alexandre Almeida quer juntar a pobreza existente com mais pobreza”, justificando que esta ação “prejudicaria toda a população residente na cidade e não resolveria o problema da comunidade cigana”.

Em resultado destas ações, o representante do CDS-PP esclarece que “a cidade tornar-se-ia ainda menos atrativa, o comércio local veria a sua sobrevivência posta em causa, sobretudo porque o poder de compra médio baixaria substancialmente e os níveis de marginalidade e insegurança aumentariam para níveis assustadores e a cidade de Paredes seria ainda menos atrativa do que já é hoje”, esclarece nota.

Além destas afirmações, José António Pacheco realça que Alexandre Almeida está a criar condições para “a degradação da qualidade de vida na cidade de Paredes sirva de desculpa para levar a sede do concelho para Rebordosa”, conclui, o CDS-PP, em nota.

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