O partido defende um munícipe, cujo comentário foi apagado após referir, em post, que o presidente da Câmara Municipal de Paredes não era prioritário na vacinação contra a Covid-19.

A acusação parte do partido PSD de Paredes que adianta, em nota, que “Alexandre Almeida diz-se socialista, mas não passa de um saudosista. Usa o ‘Lápis Azul’ para censurar quaisquer comentários, ou opiniões, que sejam contrários ‘à sua lei’, ‘à sua vontade’ ou ‘à sua forma de enganar os paredenses”, refere o presidente da Comissão Política do PSD, Ricardo Sousa.

Na sequência deste ato, o PSD de Paredes exige, como já noticiado pelo EMISSOR, um pedido de desculpas publicas aos munícipes por “censurar e/ou bloqueou no Facebook do Município, que discordam da sua opinião”, relata o partido.

Ricardo Sousa acrescenta ainda que “caso Alexandre Almeida não o faça ao PSD de Paredes colocará os serviços jurídicos da concelhia à disposição desses munícipes, caso apresentem queixa às entidades competentes”, defende o presidente da Comissão Política do partido.

Assim, o PSD de Paredes recorda que, a 26 de janeiro, o presidente da Câmara de Paredes escreveu no Facebook da câmara que abdicava, apesar de político, de “ser prioritário na toma da vacina Covid-19”, post esse que teve comentários a “enaltecer o seu ato heroico”, explica o partido. Houve outros que, no entanto, acabaram por “desmascarar a atitude, já que Alexandre Almeida nunca seria prioritários, uma vez que já tinha sido infetado, e como tal, conforme a legislação em vigor ‘quem já foi infetados, só será vacinado na última fase’”.

A partir do momento em que um munícipe, David Ferreira, colocou um post com “uma linguagem cordata a discordar e alertar para o exibicionismo de Alexandre Almeida que estava a abdicar de um direito a que nunca teve”, Ricardo Sousa declara que “o comentário foi apagado e o munícipe foi bloqueado de escrever quais quer comentários, sejam eles positivos ou negativos”.

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