O auditório da Junta de Freguesia de Vilela, em Paredes, recebeu a conferência ‘Portugal e a União Europeia’ com o foco para as eleições europeias de 2019. A palestra foi organizada pelo CDS de Paredes e contou com a presença de Pedro Mota Soares.

O candidato CDS-PP às Europeias 2019, Pedro Mota Soares, esteve presente na conferência sobre as eleições que vão decorrer no dia 26 de maio.

A sessão de esclarecimento foi aberta à população, além de militantes e simpatizantes do partido, e contou com a presença de vários representantes de associações locais, a presidente da Junta de Freguesia de Vilela, bem como do Deputado do CDS Álvaro Castelo-Branco e o presidente da Distrital do Partido, Fernando Barbosa.

Pedro Mota Soares referiu que “na conferência apresentaram-se as principais linhas orientadores do programa do CDS – Portugal. A Europa é aqui.” Para o ex-ministro, “queremos ser os representantes de cada um dos portugueses em relação aos problemas que temos, e são muitos, numa perspetiva europeísta, o que nós queremos ser é os melhores a representar Portugal na Europa”.

“Precisamos de mais Europa e menos Bruxelas” foi a expressão utilizada pelo orador quando se debatia os impostos europeus e a manutenção do veto “não podemos abrir mão do nosso direito de veto" e "não podemos aceitar que outros nos carreguem cada vez mais com impostos". Foi defendida pelo centrista também a ideia que Portugal deve-se afirmar como um país europeísta, mas não federalista.

O painel também contou a participação do presidente da concelhia do CDS Paredes, que destacou a centralidade geoestratégica de Portugal face aos outros países membros da União Europeia, pois “Portugal é, por excelência, a porta de entrada, por via marítima, da Europa, e isso faz de nós um dos maiores países da União Europeia que tem que ser mais bem aproveitado num contexto de potenciação europeia”.

O evento foi moderado pela presidente do Núcleo de Vilela do CDS, Cátia Gonçalves, que após as apresentações abriu ao público um período de perguntas e respostas que “muito contribuiu para o esclarecimento de dúvidas e partilha de ideias e essencialmente uma maior proximidade de população aos assuntos relacionados com a União Europeia”, concluiu.

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