OpiniãoNão sejamos reféns do poder ou “de quem manda nele”

Não sejamos reféns do poder ou “de quem manda nele”

Relacionados

Os verdadeiros motores de Paços de Ferreira não aparecem nos cartazes

Quando se fala de desenvolvimento, progresso ou crescimento de um concelho, é comum apontarem-se obras, números, investimentos ou inaugurações. Tudo isso é importante. Mas...

Entre o petróleo e a retórica: a tensão que nunca esfria

Há conflitos que explodem como fogos-de-artifício e outros que ardem como brasa, discretos, insistentes, atravessando décadas. A relação entre Venezuela e Estados Unidos pertence...

Fernando Alexandre, o incômodo da competência

Há ministros que passam pelos cargos como quem atravessa uma sala cheia demais: pedem licença, evitam esbarrões, falam baixo e saem sem que ninguém...

Iniciei a minha atividade política nas listas do PSD Rebordosa em 2017, ainda antes de o ser, a tentativa de condicionar a minha liberdade ideológica e de pensamento foi algo que não me surpreendeu. À data, vários militantes e simpatizantes do meu partido recusaram participar na campanha autárquica por represálias, profissionais, económicas ou outras.

Quem não for livre profissionalmente e economicamente de quem está no poder ou “de quem manda nele”, dificilmente conseguirá representar quem os elegeu. Quando isto acontece e existem vários casos por aqui, serão sempre condicionados na sua a ação política.

A nossa liberdade de emitir uma opinião ou de atuar é a maior das nossas conquistas, NÃO SEJAMOS REFÉNS DO PODER OU “DE QUEM MANDA NELE”.

É tempo de pensar por nós próprios e sermos independentes do poder ou “de quem manda nele”, se tal não acontecer rapidamente cairemos nas mãos dos “ Donos disto tudo”.

Quem não premiar estes atributos de seriedade e independência consigo próprio e mantiver esta promiscuidade como poder ou “de quem manda nele”, dificilmente terá crédito sobre o povo.

Por vezes não encontramos no poder, quem esteve na oposição, mas em Paredes não é o caso. Todavia, quando chegam ao poder esquecem rapidamente o que diziam quando estavam na oposição.

Por outro lado, os meios de comunicação social têm também uma grande importância neste equilíbrio e é importante que também eles, pelo menos alguns, se mantenham foram deste esquema. Não é à toa que dizem que é o quarto poder, mas só o podem ser efetivamente se conseguirem ser sustentáveis longe das amarras do poder! Eu sei o quanto isso é difícil, sobretudo nos dias que correm e sobretudo para os meios de comunicação de índole local ou regional. Para o bem de todos devem ser apoiados, de forma a que o seu trabalho ofereça uma garantia de qualidade, profissionalismo e isenção e com isto torne melhor a nossa sociedade, dita da informação e de certa forma nos proteja das chamadas “fake news” que inundam as nossas redes sociais.

Acorda Povo!

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -