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Trabalhadores das cantinas do Politécnico do Porto em protesto

Os trabalhadores do Instituto Politécnico do Porto não se encontram a trabalhar desde abril

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Os trabalhadores, pertencentes aos quadros da empresa que explorava os bares e cantinas do Instituto Politécnico do Porto (IPP), não se encontram a trabalhar desde abril, avança o JN.

No IPP, existem também mais de 20 mil alunos, professores e funcionários há quase sete meses sem cantinas e bares. Ontem de manhã, os trabalhadores reuniram-se numa manifestação em frente à porta do IPP.

Nuno Coelho, Sindicado dos Trabalhadores de Hotelaria do Norte, avança que com a entrega da concessão, o “IPP tinha que assumir os trabalhadores”, o que não foi feito.

O JN avança que no mês de março a “StatusVoga” explorava as “oito cantinas e as dezenas de bares do IPP, que nos seus três “campus” universitários, nomeadamente na Asprela e Baixa (Porto), Póvoa de Varzim/Vila do Conde e Tâmega e Sousa (Felgueiras), tendo desistido do negócio. A partir do primeiro dia de abril as cantinas e bares deixaram de funcionar.

O Sindicato lamenta que o IPP esteja “há sete meses a empurrar com a barriga”, numa “falta de respeito pelos trabalhadores e pelos alunos, funcionários e professores”, a quem restam, agora, máquinas de “vending” para “se desenrascarem” ou, no caso do “campus 2”, uma longa caminhada até ao centro da cidade”, conclui o JN.

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