DestaqueLousada: Empresário é condenado a prisão por abusos sexuais à sobrinha da...

Lousada: Empresário é condenado a prisão por abusos sexuais à sobrinha da sua amante

Relacionados

Paredes: Dois homens com antecedentes detidos por roubo

O Comando Territorial do Porto, através do Núcleo de Investigação Criminal de Penafiel deteve, no passado dia 12 de junho, dois homens de 28...

Santo Tirso: Câmara Municipal alvo de buscas pela PJ

A Polícia Judiciária do Porto realizou, na passada quarta-feira, dia 12 de junho, buscas na Câmara Municipal de Santo Tirso e em três empresas...

AD e PS dividem vitórias nos Concelhos da Região do Tâmega e Sousa

A população europeia, foi, no passado dia 09 de junho, chamada a votar para eleger os assentos no Parlamento Europeu. Na região do Tâmega...

O Tribunal da Relação de Guimarães condenou um empresário de Lousada a cinco anos e 10 meses de prisão, que abusou sexualmente de uma menina durante pelo menos cinco anos.

Boa-Imagem
Direitos Reservados

Segundo acórdão de 17 de outubro, os abusos terão começado quando a vítima tinha 8 anos e ocorreram na casa da amante do arguido, que a vítima frequentava, no carro e em provadores de roupa de lojas de centros comerciais.

A vítima é sobrinha de uma mulher, que trabalhava na empresa de construção civil em que o arguido, agora com 75, é presidente do conselho de administração e com quem terá mantido uma relação extraconjugal durante mais de 20 anos.

O tribunal diz que o arguido levou a vítima, por várias vezes, a centros comerciais, onde lhe comprava roupa, e entrava nos provadores das lojas, aproveitando para consumar os abusos.

As funcionárias de uma loja relataram ter detetado “movimentos estranhos, indiciadores de práticas de natureza sexual, no interior de um dos provadores”, verificando depois que deles saiu um homem, “transpirado”, que se dirigiu ao balcão de pagamento com roupa, que pagou, e depois uma jovem, com o “cabelo desgrenhado”.

Na primeira instância, no Tribunal de Braga, o arguido foi condenado a seis anos de prisão por 10 crimes de abuso sexual de criança, três crimes de fotografias ilícitas e um de pornografia de menores. O arguido recorreu para a Relação, que deu como não provado o crime de pornografia de menores e, consequentemente, reduziu a pena em dois meses, fixando-a em cinco anos e 10 meses.

wells
Direitos Reservados
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -