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PSD Paços de Ferreira debateu diferenças entre as áreas intermunicipais

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O PSD Paços de Ferreira organizou um debate sobre as comunidades intermunicipais com o objetivo de esclarecer o que poderá vir a ser no futuro o enquadramento regional do concelho de Paços de Ferreira.

Trata-se de um tema que tem estado em discussão porque existe a vontade da maioria PS na Câmara Municipal em ingressar na Área Metropolitana do Porto.

O PSD Paços de Ferreira entende que este caminho não pode estar assente em estados de alma ou vontades próprias, tem, sim, de ser um tema de ampla discussão que envolva o setor político, social e empresarial, enverando toda a sociedade.

Não vendo o PSD Paços de Ferreira qualquer vontade da atual maioria socialista em discutir este tema, e sendo o PSD um partido responsável, entendeu iniciar um processo de discussão sobre o tema e para isso convidou dois autarcas de referência. Um da Área Metropolitana do Porto, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, assim como Alberto Santos, ex-presidente da Câmara Municipal e atual presidente da Assembleia Municipal de Penafiel, em defesa da CIM Tâmega e Sousa. Ambos os autarcas têm larga experiência de gestão autárquica e são conhecedores dos seus territórios. A sessão foi moderada por Rosário Machado, diretora do Departamento da Cultura de Amarante e ex-responsável da Rota do Românico. A sessão contou ainda com a presença do presidente da comissão política concelhia do PSD, Alexandre Costa.

Nesta sessão, Alberto Santos defendeu a manutenção de Paços de Ferreira na área do Tâmega e Sousa, enaltecendo as características sociais e regionais do território como uma mais-valia potenciadora de valorização da região. O ex-autarca manifestou ser um apaixonado da região do Tâmega e Sousa, reconhecendo, porém, a existência de uma falta de liderança na região. Contudo, acredita no potencial de desenvolvimento dos municípios do Tâmega e Sousa, mas critica a visão de alguns autarcas que se dizem preocupados com a litoralização do país quando, em simultâneo, esses mesmos autarcas veem os seus municípios a afastarem-se das políticas das regiões do interior.

Na sua intervenção, Alberto Santos trouxe ainda um outro tema que tem que ver com os círculos uninominais eleitorais, por entender existir uma incoerência no que é a votação das populações entre os distritos e as comunidades intermunicipais. Defende que esta seria uma revisão eleitoral importantíssima para que, cada vez mais, existisse uma aproximação entre os eleitores e os eleitos.

Aires Pereira, em contraponto, defende que o concelho de Paços de Ferreira deve ingressar na Área Metropolitana do Porto, uma vez que que, até aos dias de hoje, todos os municípios que solicitaram a sua integração foram incorporados.

A adesão de Paços de Ferreira na Área Metropolitana colocaria Paços de Ferreira num espaço com indicadores de qualidade de vida completamente diferentes dos atuais verificados no Tâmega e Sousa. Defende que passadas várias décadas, a comunidade do Tâmega e Sousa continua sem ter capacidade para cumprir as metas a nível social, ambiental e económico. A dinâmica da Área Metropolitana do Porto tem vindo a fortalecer o desenvolvimento económico dos concelhos que nela têm integrado e destaca como maiores vantagens as melhorias a nível da mobilidade e das questões ambientais.

Para a atual comissão política concelhia e responsáveis do PSD, esta é uma discussão que não está encerrada. Pretendemos continuar com nossas sessões para um esclarecimento mais preciso, pelo que serão levadas a cabo mais iniciativas sobre esta temática.

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