6.4 C
Munique
17.2 C
Porto
DestaqueArtur Mesquita acusa Ministério da Educação de bullying contra os filhos

Artur Mesquita acusa Ministério da Educação de bullying contra os filhos

Os pais de Tiago e Rafael Guimarães, alunos do 7º e 9º ano, respetivamente, avançaram com uma providência cautelar para impedir os filhos de ficarem retidos por não comparecerem às aulas de Cidadania e Desenvolvimento, uma disciplina de carácter obrigatório.

Relacionados

Paços de Ferreira: Vendedor de tabaco sequestrado e assaltado em Ferreira

Na passada quinta-feira, em Ferreira, freguesia de Paços de Ferreira, um grupo de assaltantes sequestrou e roubou um vendedor de tabaco, de 31 anos. A...

Município de Felgueiras celebra escrituras com proprietários para a Zona Industrial das Barrancas

O Município de Felgueiras formalizou o compromisso assumido com os proprietários que aceitaram a negociação amigável no processo de expropriação em que Nuno Fonseca,...

Município de Baião presta apoio ao consumidor endividado através do centro de informação autárquico

A Câmara Municipal de Baião encontra-se a prestar um serviço de ajuda aos clientes bancários com dificuldades no cumprimento de contratos de crédito, através...

A família reside em Famalicão, e os alunos ficaram retidos no último ano letivo por não frequentarem a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, encontrando-se em risco de chumbar novamente, por não frequentarem a disciplina.

De acordo com a Revista Sábado, “para ‘impedir’ que Tiago, no 7º ano, e Rafael Mesquita Guimarães, no 9º ano, sejam reprovados, os pais avançaram, a 29 de junho, com uma providência cautelar “alegando objeção de consciência e defendendo que cabe à família, não à escola, educar os filhos em matérias como a sexualidade”.

O JN refere que os jovens chumbaram novamente, apesar do aproveitamento geral nas demais disciplinas, avançando ainda que a “providência cautelar do ano passado, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga deu razão parcial aos pais, em fevereiro deste ano, permitindo que os alunos avançassem nas disciplinas em que tinham tido aproveitamento, considerando que o interesse das crianças, de progredir os estudos noutras disciplinas, devia prevalecer sobre o cumprimento da legalidade subjacente ao currículo escolar”.

Artur Mesquita, pai dos alunos, avançou à Rádio Renascença que os filhos “são ‘reféns’ do Estado e da escola, que acusa de tudo fazerem para que não passem de ano”, acrescentando que “a escola e o Ministério da Educação continuam a querer perseguir os seus filhos. Tomaram-nos como reféns e estão a fazer tudo para que isso [o chumbo do ano] aconteça”, conclui. O pai dos alunos acusou a escola e o Ministério tutelado por Tiago Brandão Rodrigues de perseguição e “bulliyng”.

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor deixe o seu comentário
Por favor insira o seu nome

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -
error: Conteúdo protegido