10.3 C
Munique
20.7 C
Porto
DestaqueArtur Mesquita acusa Ministério da Educação de bullying contra os filhos

Artur Mesquita acusa Ministério da Educação de bullying contra os filhos

Os pais de Tiago e Rafael Guimarães, alunos do 7º e 9º ano, respetivamente, avançaram com uma providência cautelar para impedir os filhos de ficarem retidos por não comparecerem às aulas de Cidadania e Desenvolvimento, uma disciplina de carácter obrigatório.

Relacionados

Inspeção das motas será obrigatória a partir de 1 de janeiro de 2022

O Secretária de Estado das Infraestruturas, Jorge Delgado, avançou ao Jornal de Negócios, esta segunda-feira, que “a partir de 1 de janeiro de 2022,...

Detido em Penafiel por agressão física e psicológica à esposa

A GNR do Penafiel deteve, na passada quinta-feira, um homem de 54 anos por violência doméstica no concelho de Penafiel. No decorrer de uma investigação...

Presidente da Iniciativa Liberal visitou ETAR de Paços de Ferreira após denúncias de habitantes

Hoje, a Iniciativa Liberal reuniu o candidato à Assembleia da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, João Carneiro, e o Presidente da Iniciativa Liberal,...

A família reside em Famalicão, e os alunos ficaram retidos no último ano letivo por não frequentarem a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, encontrando-se em risco de chumbar novamente, por não frequentarem a disciplina.

De acordo com a Revista Sábado, “para ‘impedir’ que Tiago, no 7º ano, e Rafael Mesquita Guimarães, no 9º ano, sejam reprovados, os pais avançaram, a 29 de junho, com uma providência cautelar “alegando objeção de consciência e defendendo que cabe à família, não à escola, educar os filhos em matérias como a sexualidade”.

O JN refere que os jovens chumbaram novamente, apesar do aproveitamento geral nas demais disciplinas, avançando ainda que a “providência cautelar do ano passado, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga deu razão parcial aos pais, em fevereiro deste ano, permitindo que os alunos avançassem nas disciplinas em que tinham tido aproveitamento, considerando que o interesse das crianças, de progredir os estudos noutras disciplinas, devia prevalecer sobre o cumprimento da legalidade subjacente ao currículo escolar”.

Artur Mesquita, pai dos alunos, avançou à Rádio Renascença que os filhos “são ‘reféns’ do Estado e da escola, que acusa de tudo fazerem para que não passem de ano”, acrescentando que “a escola e o Ministério da Educação continuam a querer perseguir os seus filhos. Tomaram-nos como reféns e estão a fazer tudo para que isso [o chumbo do ano] aconteça”, conclui. O pai dos alunos acusou a escola e o Ministério tutelado por Tiago Brandão Rodrigues de perseguição e “bulliyng”.

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor deixe o seu comentário
Por favor insira o seu nome

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -
error: Conteúdo protegido