RegionalParedesManuel Pinho candidata-se à Câmara de Paredes pelo ambiente, pela mobilidade e...

Manuel Pinho candidata-se à Câmara de Paredes pelo ambiente, pela mobilidade e por uma maior coesão económica e social

Relacionados

Homem detido em Felgueiras por posse de arma proibida após ameaças em estabelecimento

Um homem de 63 anos foi detido no concelho de Felgueiras, no dia 11 de janeiro, por posse de arma proibida, na sequência de...

Homem em prisão preventiva por roubo violento a idoso em Lordelo

Um homem de 31 anos ficou em prisão preventiva, por decisão do Tribunal de Instrução Criminal de Penafiel, na sequência de um roubo ocorrido...

“Coragem de Cuidar” junta jovens e comunidade num programa cultural da Rota do Românico

O Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, acolheu, na manhã de quarta-feira, dia 14, o encontro inaugural do programa artístico e cultural “Cuidadores...

O candidato, natural do concelho de Paredes, refere que Paredes terá a oportunidade para mudar nas próximas eleições autárquicas, sendo que, de acordo com Manuel Pinho, “os paredenses farão parte dessa mudança”.

Manuel Pinho avança com a necessidade de “mudar”, referindo que o concelho deve “deixar de lado os velhos interesses dos partidos instalados que, ou por incapacidade ou irresponsabilidade, falharam no concelho de Paredes! É um novo tempo! É tempo de apostar num movimento de cidadania forte e coeso!”, refere.

O movimento “Juntos por Paredes” foi criado há três anos, de acordo com o candidato, “para dar voz a todos aqueles que não se reveem nos velhos partidos e lutam por uma gestão transparente do Município, capaz de atender aos reais interesses dos Paredenses e de levar Paredes para um patamar de desenvolvimento que proporcione melhores condições de vida aos seus habitantes”.

Ao longo do discurso, Manuel Pinho diz que aquilo que o move é “o desejo de um concelho sem amarras antidemocráticas, sem a censura nem perseguição que ainda se sente”, avança.

Quando se refere ao concelho de Paredes, o candidato caracteriza-o como “um concelho parado, adormecido, sem um verdadeiro projeto de desenvolvimento. O que vejo é a constante promoção das figuras do poder, com imagens de sorrisos que se multiplicam em todo o lado, pagas com o dinheiro dos contribuintes”, explica.

No que diz respeito à sua candidatura, diz querer promover três pilares principais, um deles é “uma maior coesão económica e social”, avançando que “a habitação social, a educação, a cultura e a economia e, com muita relevância devido à pandemia, a saúde, são sem dúvida áreas a destacar neste pilar. É inadmissível a pobreza no nosso concelho. Não podemos ficar de braços cruzados quando vemos um nosso concidadão em dificuldades económicas”.

O candidato avança que a questão ambiental é outro dos pilares, dizendo ser “incompreensível que a água e o saneamento não estejam em todo o concelho! É inadmissível que os nossos rios estejam constantemente poluídos, é incompreensível que o concelho tenha sido um mau exemplo relativamente à recolha do lixo e à proteção e preservação do território a nível ambiental”.

Por fim, refere o terceiro pilar como sendo a “mobilidade sustentável”, não compreendendo o facto de, “tendo os serviços tão perto, seja tão difícil e demorado lá chegar, pela ausência de uma rede de transportes eficaz! Já para não falar nas barreiras impostas às pessoas com reduzida mobilidade”, conclui.

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -