DesportoVereador da Trofa ilibado e ex-líder do Trofense condenado por desviar subsídio

Vereador da Trofa ilibado e ex-líder do Trofense condenado por desviar subsídio

Relacionados

Paredes: Dois homens com antecedentes detidos por roubo

O Comando Territorial do Porto, através do Núcleo de Investigação Criminal de Penafiel deteve, no passado dia 12 de junho, dois homens de 28...

Santo Tirso: Câmara Municipal alvo de buscas pela PJ

A Polícia Judiciária do Porto realizou, na passada quarta-feira, dia 12 de junho, buscas na Câmara Municipal de Santo Tirso e em três empresas...

AD e PS dividem vitórias nos Concelhos da Região do Tâmega e Sousa

A população europeia, foi, no passado dia 09 de junho, chamada a votar para eleger os assentos no Parlamento Europeu. Na região do Tâmega...

O tribunal de Matosinhos condenou, hoje, o antigo presidente do Trofense, Paulo Melro, por desviar para o futebol profissional subsídios camarários atribuídos ao desporto de formação, absolvendo outros arguidos do processo, incluindo o vereador da Trofa, Renato Pinto Ribeiro.

Paulo Melro foi condenado a quatro anos de prisão, com pena suspensa e sob a condição de entregar aos Bombeiros da Trofa, no prazo de 12 meses, três mil euros.

De acordo com o Sapo Desporto, o Estado terá de pagar “22.500 escudos, correspondente à quantia ilicitante aplicada, do mesmo modo que é obrigado a custear a publicitação do acórdão e as taxas de justiça, no valor de 306 euros.

O vereador Renato Pinto Ribeiro, eleito pelo CDS-PP no âmbito de uma coligação com o PSD, o qual detinha a ocasião dos factos o pelouro do Desporto, “foi absolvido porque ficou provado que não tinha de fiscalizar se as verbas estavam a ser aplicadas em respeito pelo contrato-programa de desenvolvimento desportivo que está em causa neste processo – no valor de 135 mil euros, para apoiar as camadas jovens do Clube Desportivo Trofense”, avança o Sapo Desporto.

O tribunal considerou que três técnicos, também arguidos, deveriam “fiscalizar se o dinheiro era aplicado nos termos do contrato-programa assinado e não o fizeram por ‘desleixo e incúria’”, refere.

A presidente do coletivo de juízes considerou não ter sido ficado provada a “intenção de favorecer manobras financeiras do Trofense”.

O caso remonta a julho de 2014, quando Renato Pinto Ribeiro, detentor do pelouro do Desporto, “assinou um contrato-programa de desenvolvimento desportivo com o Clube Desportivo Trofense, no valor de 135 mil euros, para apoiar as camadas jovens do clube”, esclarece.

De acordo com o Ministério Público, as obras em causa “não foram efetuadas”, sendo o desviado para o futebol profissional”.

No passado dia 06, Renato Pinto Ribeiro “demarcou-se de qualquer esquema para permitir que parte do dinheiro formalmente atribuído pela Câmara Municipal ao desporto de formação Trofense acabasse a pagar dívidas do futebol profissional”.

 

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -