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Valor das transações imobiliárias cresce apesar da quebra no número de vendas no final de 2025

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Dados indicam aumento dos preços da habitação e abrandamento no licenciamento e investimento público no arranque de 2026

O valor total das transações de alojamentos em Portugal aumentou 5,9% no quarto trimestre de 2025, apesar de uma redução de 4,7% no número de operações, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e compilados pela AICCOPN.

De acordo com a informação da “Conjuntura da Construção – Informação Rápida – Março de 2026”, foram transacionados 43.084 alojamentos familiares no último trimestre de 2025, num montante global de 10.775 milhões de euros . A evolução divergente entre o número de transações e o valor total reflete, segundo o mesmo documento, uma tendência de valorização dos preços da habitação.

O Índice de Preços da Habitação registou, nesse período, uma subida homóloga de 18,9%, evidenciando uma pressão significativa sobre os preços no mercado imobiliário .

Já no início de 2026, os indicadores apontam para um abrandamento na atividade do setor da construção. Em janeiro, o número de fogos novos licenciados caiu 16,9%, fixando-se em 3.343 habitações. A área licenciada para fins habitacionais registou uma redução ainda mais acentuada, de 24,5%, enquanto o segmento não residencial apresentou um crescimento de 31,1% .

No que respeita aos custos, o índice de custos de construção de habitação nova aumentou 3,7% em termos homólogos em janeiro, impulsionado sobretudo pela subida de 7,2% nos custos da mão de obra. Os materiais registaram uma variação mais moderada, de 0,8% .

O consumo de cimento também evidenciou uma contração, totalizando 561,5 mil toneladas nos primeiros dois meses de 2026, menos 9,8% face ao período homólogo do ano anterior .

No segmento das obras públicas, o início de 2026 ficou marcado por uma redução significativa da atividade. O valor dos concursos promovidos caiu 49%, enquanto os contratos celebrados e reportados no Portal Base atingiram 467 milhões de euros, representando uma diminuição de 35%

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