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Caminho de Torres a caminho da certificação como integrante do Caminho de Santiago

As Comunidades Intermunicipais do Tâmega e Sousa, Alto Minho, do Ave, do Cávado e do Douro uniram-se no âmbito do projeto de “Valorização Cultural e Turística do Caminho de Santiago – Caminho de Torres”.

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A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) recorda o acolhimento da segunda reunião da Comissão de Acompanhamento do projeto “Valorização Cultural e Turística do Caminho de Santiago – Caminho de Torres”, na Casa das Artes de Felgueiras.

O evento realizou-se no âmbito da parceria da CIM do Tâmega e Sousa com a CIM do Alto Minho, do Ave, do Cávado e do Douro, e cuja Comissão de Acompanhamento integra 34 entidades portuguesas e espanholas. A reunião contou como ponto principal da agenda de trabalhos a preparação do dossier para apresentação da candidatura à certificação do Caminho de Torres como itinerário do Caminho de Santiago.

A obtenção da certificação em questão, de acordo com a CIM do Tâmega e Sousa, “traduz-se no reconhecimento do cumprimento de um conjunto de critérios que visam garantir, entre outros, a autenticidade do itinerário, o seu caráter ininterrupto no território e no tempo, uma gestão responsável e de valorização da oferta, uma maior segurança, conforto e melhor experiência do peregrino, promovendo-se também a ligação às comunidades locais e a testemunhos de interesse”.

Uma vez que o Caminho de Santiago enquadra o Caminho de Torres, o segundo itinerário mais percorrido até chegar ao apóstolo Santiago, a certificação deste caminho permitirá o aumento de visitantes nos sítios de atrações culturais ou naturais associados ao Caminho de Torres, bem como contribuir para a valorização da identidade cultural das regiões que se encontram envolvidas no projeto.

O dossier de candidatura do Caminho de Torres será elaborado pelo assessor do científico do projeto “Valorização Cultural e Turística do Caminho de Santiago – Caminho de Torres”, Paulo Almeida Fernandes.

A parceria realizada entre as Comunidades Intermunicipais objetiva proceder ao levantamento, do ponto de vista histórico e geográfico, “à intervenção e à valorização de parte do traçado do Caminho de Torres, ou seja, os cerca de 230 quilómetros correspondentes à extensão do território de influência das cinco Comunidades Intermunicipais parceiras”.

O projeto “Valorização Cultural e Turística do Caminho de Santiago – Caminho de Torres” é cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

 

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