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Jerónimo de Sousa crítica o Partido Socialista por não aumentar o salário mínimo nacional

Algumas das linhas do PCP para o futuro são o aumento do salário mínimo, o combate à precariedade e uma maior oferta pública de habitação social

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Jerónimo de Sousa, secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), encerrou a Festa do Avante no dia de ontem com críticas ao Partido Socialistas por não realizar aumentos no salário mínimo, considerando o aumento inadiável.

De acordo com Jerónimo de Sousa, “o aumento do Salário Mínimo Nacional para os 658,20 euros não pode ficar dependente da recusa do Partido Socialista em encontrar as fontes de financiamento que garantam a estabilidade da Segurança Social”, defendeu.

O secretário-geral do PCP refere estar contra o encerramento da refinaria de Matosinhos, sendo “preciso uma reindustrialização do país, em vez de uma desindustrialização a que assistimos todos os dias, e como é exemplo a refinaria de Matosinhos”, considerando que o despedimento coletivo nesta unidade industrial, mostrando complacência e cumplicidade do Governo PS com as forças políticas mais à direita no Parlamento.

Algumas das principais linhas do Partido Comunista Português para o futuro, de acordo com o JN, regem-se pelo “aumento do salário mínimo para os 850 euros, o combate à precariedade, garantia de lares, creche gratuitas, maior oferta pública de habitação social e o aumento do valor do abono de família”, esclarece.

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