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PCP convoca protesto pela construção de nova ponte sobre o Tâmega em Marco de Canaveses

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O Partido Comunista Português (PCP) anunciou a realização de uma ação de protesto no dia 27 de fevereiro, às 18h, na Ponte de Canaveses, reivindicando a construção de uma nova travessia sobre o rio Tâmega. A iniciativa surge após a rejeição, no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), de uma proposta do partido para o desenvolvimento de um plano de mobilidade na região do Tâmega e Sousa.

De acordo com os Censos 2021, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a região do Tâmega e Sousa ultrapassa os 400 mil habitantes, tendo registado nos últimos anos uma tendência de crescimento da população residente.

Apesar da proximidade à Área Metropolitana do Porto e da presença de concelhos com forte atividade industrial, a região enfrenta diversos problemas estruturais, nomeadamente baixos salários, limitações no acesso a serviços públicos, fragilidades na rede de apoio social e dificuldades ao nível das acessibilidades e mobilidade.

Especialistas em desenvolvimento regional têm apontado a mobilidade como um fator crítico para a coesão territorial e para o acesso da população a emprego, saúde e educação. Contudo, não foram citados estudos específicos no comunicado político que fundamentem a proposta.

Segundo informação divulgada pelo PCP, o partido apresentou, durante a discussão do OE2026, uma proposta para que o Governo iniciasse o desenvolvimento de um plano de mobilidade para a região do Tâmega. Entre as medidas defendidas estava a construção de novas pontes sobre o rio Tâmega nos concelhos de Marco de Canaveses e Amarante.

A proposta foi rejeitada na votação parlamentar. Não foram divulgadas, até ao momento, declarações do Governo ou dos partidos que votaram contra a iniciativa, pelo que não é possível apresentar as respetivas posições nesta fase.

Na sequência da rejeição, o PCP anunciou a realização de uma ação de protesto na sexta-feira, 27 de fevereiro, às 18h, na Ponte de Canaveses.

Em comunicado, o partido afirma que pretende “sensibilizar a população e exigir soluções concretas para os problemas de mobilidade na região”. A iniciativa é apresentada como uma forma de pressão política para a concretização da infraestrutura.

A construção de infraestruturas rodoviárias e de mobilidade é frequentemente apontada por autarquias e agentes económicos como determinante para o desenvolvimento do interior e das regiões periurbanas. Em comunicado o PCP informa que no Tâmega e Sousa, a necessidade de melhorar ligações intermunicipais tem sido tema recorrente em debates locais. A região apresenta crescimento populacional e desafios socioeconómicos identificados por dados estatísticos e estudos regionais. A melhoria das acessibilidades poderá contribuir para a coesão territorial e desenvolvimento económico. A construção de novas pontes poderá reduzir tempos de deslocação e melhorar o acesso a serviços, dependendo de estudos técnicos e planeamento futuro.

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