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PSD de Paredes avança que alunos com deficiência estão sem acessibilidades na EB Secundária em Rebordosa

O PSD de Paredes avança que as obras, avaliadas em dois milhões de euros, continuam a pecar por falta de condições condignas para a comunidade escolar

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Os deputados do Partido Social Democrata, eleitos pelo círculo do Porto, Carla Barros, Sofia Matos, Márcia Passos e António Cunha, visitaram, hoje, a Escola Secundária de Rebordosa, Paredes. O equipamento, que foi alvo de obras avaliadas em dois milhões de euros, financiadas por fundos comunitários, continuam a pecar por falta de condições condignas para a comunidade escolar, de acordo com o PSD, “nomeadamente para estudantes com deficiência, mormente aqueles que sofrem de mobilidade reduzida”.

De acordo com António Cunha, líder da delegação social-democrata, alerta que “o grupo parlamentar do PSD irá intervir na Assembleia da República sobre esta ineficácia das obras, e pedir responsabilidades ao Governo sobre esta matéria, bem como à Câmara Municipal de Paredes como entidade responsável nesta parceria e fiscalizadora da obra que ainda decorre, e decorrerá, apesar dos prazos estabelecidos”.

António Cunha avança, ainda, no que diz respeito à execução da obra, “as acessibilidades para alunos com deficiência motora são ‘inexistentes’, o acesso ao pavilhão não permite a entrada de uma ambulância em caso de urgência, as portas – em caso de incêndio ou outro fator que exija uma saída rápida – abrem de fora para dentro, o que contraria completamente a Lei no que concerne à segurança de pessoas”.

No que diz respeito às aulas de Física e Química, o PSD afirma não existirem exaustores nem bancadas. Isto também acontece com as salas destinadas às disciplinas de Educação Visual, onde faltam lavatórios para os alunos lavarem as mãos no final das aulas. Entre outros problemas que afetam os alunos, é a falta de uma caldeira no pavilhão para aquecimento de água para os alunos tomarem banho em condições regulares.

António Cunha avança que o PSD irá convidar o Ministro da Educação, bem como o edil de Paredes, Alexandre Almeida, para saírem do gabinete e visitarem a obra, “inacabada e sem condições para estudantes e professores, na EB Secundária de Rebordosa”, avança o deputado.

O líder do PSD Paredes, Ricardo Sousa, referiu ter ficado incrédulo com a falta de condições existentes no espaço para aqueles que têm dificuldades físicas. Ricardo Sousa chega a afirmar “Alexandre Almeida deveria ter mais atenção com os nossos filhos que necessitam de melhores atenções devido à sua incapacidade física. Alexandre Almeida preocupa-se mais com o processo eleitoral do que com fatores que prejudicam famílias e famílias, conforme o já tem demonstrado com a pandemia, situação pela qual Paredes continua a ser um concelho de risco”.

Alberto Machado, deputado na Assembleia da República, avança que a situação em Rebordosa é condenável a todos os níveis, referindo que “como é possível que o Governo, através da Comunidade Europeia, e a Câmara de Paredes, gaste tanto dinheiro em obras, e as mesmas não visem melhores condições para os alunos com deficiência”, esclarece.

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