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Autarcas do Tâmega e Sousa reivindicam reforço de fundos comunitários para a região

CCDR-N considerou a região do Tâmega e Sousa como uma “região-problema”. Para o próximo quadro comunitário considera-se prioridade o investimento na mobilidade e nos transportes e na atração e captação de investimento empresarial.

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Numa reunião realizada pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) foi contatado o ponto de situação da execução do Norte 2020 e da preparação do próximo ciclo de fundos comunitários 2021-2027 para a região Norte. Estes assuntos têm implicações diretas na atualidade, bem como no futuro da região do Tâmega e Sousa, bem como a proposta de cordo de Parceria Portugal 2030, a qual se encontra em discussão pública.

A CIM do Tâmega e Sousa avança que, no decorrer da reunião, foram partilhadas informações socioeconómicas relevantes da região Norte, bem como das sub-regiões que, evidenciando que a região do Tâmega e Sousa é uma “região-problema”, uma vez que apresenta os piores indicadores do país, um cenário que se estende ao atual ciclo de financiamento comunitário (Norte 2020).

Tendo em conta que a região do Tâmega e Sousa regista um fundo aprovado por habitante no valor de 2.028 euros, o mais baixo das oito NUTS III, que compõem a região Norte, sendo a média da região de 2.860 euros por habitante.

No âmbito dos indicadores apresentados, os autarcas do Tâmega e Sousa reivindicam ao Presidente da CCDR-N uma discriminação positiva aquando da captação de fundos no próximo quadro comunitário, considerando que só desta forma será possível a resolução de problemas estruturais na região.

Face ao pedido, o Presidente da CCDR-N mostrou-se empenhado a trabalhar com a CIM do Tâmega e Sousa no sentido de criar mais oportunidades na região. Além disso, os presidentes dos municípios que compõem a CIM do Tâmega e Sousa pronunciaram-se sobre os domínios ou tipologias que consideram ser prioridades para a região no próximo quadro comunitário 2021-2027.

As necessidades passam por investir na mobilidade e nos transportes, nomeadamente na ferrovia, na atração e captação de investimento empresarial, bem como de instituições universitárias e centros de investigação, desenvolvimento e inovação.

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