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GNR registou mais de 165 mil infrações rodoviárias e 127 mortos em acidentes até abril

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Dados provisórios apontam para mais de 30 mil acidentes em Portugal nos primeiros meses de 2026

A Guarda Nacional Republicana registou 165 251 contraordenações e 8 064 crimes rodoviários entre 1 de janeiro e 22 de abril de 2026, no âmbito das ações de fiscalização realizadas em todo o território nacional.

Segundo os dados divulgados pela força de segurança, foram fiscalizados 751 066 condutores durante este período. Entre as infrações mais frequentes destacam-se o excesso de velocidade (30 336 casos), a falta de inspeção periódica obrigatória (23 484) e a ausência de seguro obrigatório (6 810). Foram ainda registadas 5 190 infrações por uso indevido de telemóvel durante a condução e 4 535 por falta de cinto de segurança ou sistemas de retenção.

No mesmo período, a GNR assinalou 8 064 crimes rodoviários, dos quais 4 752 dizem respeito à condução com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l e 2 373 à condução sem habilitação legal.

Relativamente à sinistralidade, foram contabilizados 30 026 acidentes, dos quais 5 975 envolveram vítimas. Destes resultaram 127 mortos, 492 feridos graves e 7 067 feridos leves.

De acordo com a GNR, estes números refletem a persistência de comportamentos de risco, nomeadamente o excesso de velocidade, a condução sob efeito de álcool e a utilização de dispositivos móveis durante a condução, fatores associados ao aumento da probabilidade e gravidade dos acidentes.

A força de segurança refere que a prevenção da sinistralidade rodoviária continua a ser uma prioridade estratégica, apelando à adoção de comportamentos prudentes por parte dos condutores, incluindo o cumprimento dos limites de velocidade, a não utilização do telemóvel ao volante e a condução sem consumo de álcool.

Os dados agora divulgados são provisórios e enquadram-se nas ações de monitorização e fiscalização regular desenvolvidas pela GNR, com o objetivo de reduzir a sinistralidade e promover a segurança nas estradas.

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