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NacionalPrimeiro Ministro pretende avaliar a evolução epidemiológica do país

Primeiro Ministro pretende avaliar a evolução epidemiológica do país

António Costa recorda que no natal regressarão muitos portugueses, que vivem em países onde a taxa de vacinação se apresenta inferior à de Portugal.

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O Primeiro-Ministro, António Costa, numa visita que realizou a uma escola situada em Rio Maior, no distrito de Santarém, avançou que, perante o agravamento do número de infetados pelo novo coronavírus no país, o Governo convocou uma reunião, para a próxima sexta-feira, com os especialistas do Infarmed, assumindo ser uma “boa altura” para prevenir e enfrentar o problema”, lê-se numa nota publicada pelo Partido Socialista.

A época natalícia foi avançada pelo Primeiro Ministro como uma altura em que regressam “muitos dos nossos compatriotas, que vivem em países onde a taxa de vacinação é muito inferior à nossa”.

Face ao cenário colocado, o primeiro ministro apelou ainda à população com mais de 65 anos para que adira à terceira dose, garantindo que agora os centros de vacinação irão contactar individualmente as pessoas que ainda não se vacinaram com a terceira dose da vacina contra Covid-19, e não hesitará em “impor todas as medidas” necessárias para “proteger a saúde e a vida dos portugueses”, revela.

António Costa já avançou descartar a necessidade de um novo estado de emergência devido à atual evolução do número de infetados pelo Covid-19, no entanto, face ao desenvolvimento da situação epidemiológica, garantiu que apesar da dissolução do parlamento, o Governo não “hesitará em adotar todas as medidas” necessárias para contenção da pandemia. O Primeiro Ministro já convocou, ainda, especialistas para uma reunião no Infarmed para que, a partir daí, se possa avaliar a situação pretendendo verificar os “riscos efetivos que existem”.

De acordo com António Costa, apenas quando todas as informações estiverem reunidas é que será possível ao Governo adotar as medidas adequadas para evitar um agravamento da situação, não deixando de manter o “respeito pela regra de perturbar o mínimo possível a vida das pessoas”, conclui, em nota, o Partido Socialista.

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