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“Não ficou nenhum doente não covid por tratar”, afirma a diretora clínica do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa

Nos tempos que correm, para qualquer lado onde nos dirigimos, deparamo-nos com uma nova realidade. A adaptação ao novo Coronavírus, mais conhecido como Covid-19, é a doença que tem vindo a assombrar não só Portugal, como o mundo. Todos os meios de comunicação social procuram sensibilizar os cidadãos portugueses para a questão da infeção, dos riscos e, nomeadamente, daquilo que se passa dentro e fora dos hospitais.

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O EMISSOR procurou entrar em contacto com a Diretora Clínica do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, a Dr.ª Filipa Carneiro, que deu a conhecer a situação atual do Hospital Padre Américo, em Penafiel.

https://www.youtube.com/watch?v=eznoER301FY&feature=emb_logo

EMISSOR: No Centro Hospitalar do Tâmega em Sousa (CHTS), quais as maiores dificuldades que se impõem neste momento?

Drª Filipa Carneiro: Estamos numa situação de pandemia em que a procura dos serviços de saúde e a procura dos hospitais, por vezes, ultrapassam a capacidade de resposta instalada em termos que não de pandemia. Numa pandemia, as situações que estarão mais fragilizadas e que trabalham no limite, ficam à prova com a grande afluência das pessoas, da procura aos serviços de urgência essencialmente.

Dr. Filipa Carneiro, diretora clínica CHTS

EMISSOR: Tendo em conta o Estado de Emergência, o CHTS é capaz de acolher todos os doentes não Covid-19?

Drª Filipa Carneiro: Somos um centro hospitalar que tem uma população de 520 mil habitantes e, portanto, temos muita procura. Variamos entre o segundo e o terceiro serviço de urgência do Norte. Primeiro, o Hospital de São João é a referência direta e, seguidamente, o Hospital de Braga seguidamente o Centro Hospitalar Tâmega e Sousa. Ficaremos em segundo ou terceiro lugar com um grande número de afluência de doentes gerando, consequentemente, mais internamentos.

Claro que os internamentos são sazonais e, nesta altura de Inverno, e mesmo pré pandemia, já tínhamos muito mais internamentos. Numa fase de pré pandemia, foi feito um trabalho de permitir gerir as camas de uma forma muito meticulosa – eu diria até gerir as camas com pinças – ou seja, uma cama é ocupada por um doente com uma doença em fase aguda e, aqueles doentes que tínhamos, que são os casos sociais – porque não têm famílias, não têm local para onde ir – ou aqueles doentes que estão à espera para serem integrados na rede de cuidados continuados, foram colocados em camas supletivas no exterior. Nessa altura já tínhamos cerca de 60 doentes nessas condições, quer no sistema de saúde privado, quer no sistema de saúde na parte social, nas misericórdias.

Além disso, temos uma equipa de gestão de camas muito meticulosa, que revê todas as situações que possam aumentar a demora média dos doentes, ou seja, exames que estão por relatar, exames agendados mais tarde e, portanto, houve sempre esta dinâmica, de forma a que se conseguisse gerir as camas com uma demora média pequena.

Zona Covid-19 do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa – Fotografia EMISSOR

Em simultâneo também tivemos uma operação de eliminar macas de corredor, o que nos diminuiu 26 camas. Neste momento, tendo em conta a pandemia, entramos na nossa fase de plano de contingência, que é aquela em que estamos agora, a fase 4 do plano de contingência. Nesta fase, só fazemos no bloco central-que gera internamentos – cirurgias urgentes, oncológicas e o trauma. Os doentes que são para internar, são aqueles que verdadeiramente têm a indicação para internar. Mas nós, ao transformar as enfermarias de doentes não covid, em doentes covid, perdemos capacidade de internamento não covid.

Temos que ir gerindo esta situação. Já tivemos uma lotação de 235 doentes internados covid e, portanto, neste sistema, que é um sistema de gestão central, ao nível da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS), nós transferimos doentes não covid para instituições privadas, com protocolos que são do Centro Hospitalar e, posteriormente, protocolos da ARS. Todos os dias temos uma equipa a fazer esta gestão, conforme temos doentes internados no serviço de urgência. O nosso plano de contingência são 78 camas de doentes covid, neste momento temos um piso todo com Covid, e ainda temos mais 29 camas, também covid, no Hospital de Amarante, que faz parte deste centro hospitalar. Aumentamos mais 26 camas que não as tínhamos antes da pandemia e, portanto, tem sido feita uma gestão equilibrada de camas nesse sentido.

EMISSOR: Neste momento existem recursos físicos e humanos suficientes para tratar de todos os doentes?

Drª Filipa Carneiro: Claro que as pessoas estão em sobrecarga, porque temos mais doentes para tratar, os recursos têm sido reforçados, mas não o suficiente. Como todo o sistema nacional de saúde, os recursos não são aqueles que idealmente estão calculados nos ratios não é? Agora, temos a noção que os doentes são tratados conforme o estado da arte. Com a qualidade e a segurança necessárias.

Zona Covid-19 do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa – Fotografia EMISSOR

EMISSOR: Quantas camas estão disponíveis para ambas as situações (Covid-19 e não Covid-19)?

Drª Filipa Carneiro: Todos os dias fazemos uma situação dinâmica. Por volta das 12h/13h temos sempre um reporte de quantas altas foram dadas, quantas transferências foram feitas, quantos doentes foram para as redes dos cuidados continuados, quantos doentes foram para os cuidados intensivos ou recebemos dos cuidados intensivos para as enfermarias. Isto é uma gestão dinâmica, ou recebemos doentes dos outros hospitais, do São João, ou de até de outras ARS. É uma situação dinâmica e depois também com as transferências acabamos por equilibrar.

EMISSOR: Quantas equipas qualificadas estão disponíveis (médicos, enfermeiros, auxiliares)? É suficiente?

Drª Filipa Carneiro: Desde a primeira vaga que temos colocado as chamadas enfermarias avançadas. Nós começamos por uma ala que são sempre 26 camas e fomos alocando a outras áreas. A Medicina Interna é a especialidade que neste momento tem à sua responsabilidade 52 doentes na Unidade Padre Américo, que é aqui em Penafiel e 29 doentes na Unidade de São Gonçalo que é em Amarante. Temos uma ala de 26 camas que é da responsabilidade de uma parceria de equipas multidisciplinares de infeciologia e pneumologia, e as outras especialidades com competências mais aproximadas vão ajudando.

Já tivemos na unidade Padre Américo cinco alas, cinco áreas que nós chamamos ADR ou ADC que são áreas dedicadas a Covid ou áreas dedicadas a doentes respiratórios, sendo que cada ala tem 26 camas e em Amarante mais duas ADC, mais 60 camas.

Isto é um sistema de harmónio, ou seja, nós vamos passando para não covid e para covid conforme as necessidades que temos. As equipas têm formação nessa área, umas mais experientes outras menos, e vão participando nessas áreas. Temos a Unidade ADC1 que é uma unidade em que os doentes fazem oxigénio de alto fluxo e que há uma interface muito próxima com os cuidados intensivos.

Zona Covid-19 do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa – Fotografia EMISSOR

Os doentes passam desse nível, ou seja, passam de enfermarias mais tipo 1 para unidades intermedias Covid, que são camas nível 2 onde fazem oxigénio com dispositivos ventilatórios não invasivos e em caso de agravamento do estado clinico para os cuidados intensivos. Nós inicialmente começamos com três camas para Covid de intensivos, que são camas nível 2 ou 3 convertíveis e, neste momento, temos 20 camas de cuidados intensivos, para doentes com patologia Covid  que são asseguradas por equipas intensivistas e de anestesiologistas, mas que em equipas multidisciplinares vão-se adaptando e vão tratando esses doentes. Por outro lado, também tivemos que diminuir, cancelar tempos operatórios para deslocar anestesiologistas para áreas de Medicina Intensiva, para tratar os doentes dos cuidados intensivos.

Hoje (4 de fevereiro) temos 14 camas ocupadas com uma lotação de 20 para cuidados intensivos e temos, também, oito camas para doentes não covid, nunca descurando o tratamento dos intensivos dos doentes não covid.

EMISSOR: Quais os focos de maior preocupação do Hospital neste momento? Têm algum impacto negativo em alguma área?

Drª Filipa Carneiro: A adaptação passou por cancelar o bloco operatório de cirurgia de ambulatório, com duas salas, que temos neste momento, nesta unidade de Penafiel, para conseguir esta nova unidade de cuidados intensivos covid. Para isso houve um redesenhar, uma nova arquitetura do hospital.

Nós temos cirurgia de ambulatório no Hospital de Amarante e não tínhamos pernoita então, passamos para lá cirurgias de ambulatório com pernoita. Dinamizamos o Hospital de Amarante para conseguir libertar aqui. As listas de espera – que era isso que poderia ter algum impacto – o que eu lhe posso dizer é que, neste momento, apesar deste grande esforço, e deste grande envolvimento de alguns médicos que habitualmente não estavam a tratar este tipo de doentes em enfermaria, nós conseguimos chegar ao fim do ano com o nosso objetivo de tempo máximo garantido de Listas de Espera de consultas. Nós chegamos ao fim de dezembro, e neste momento continua assim, com listas de espera para consulta externa em todas as especialidades com menos de 9 meses.

Não temos nenhuma lista de consulta que tenha mais de 9 meses de lista de espera. Para além disso, em termos de cirurgia, a única especialidade que saíram doentes para outros hospitais, e que tem uma lista de espera superior a 12 meses, foi a especialidade de ortopedia, que saem os chamados cheques “vales cirúrgicos” e são dadas opções às pessoas, serem operadas noutras instituições ou voltar para o mesmo Hospital e o doente será readmitido.

Zona Covid-19 do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa – Fotografia EMISSOR

Estamos agora a desenhar um projeto para evitar que os doentes saiam do nosso hospital, fazendo parcerias com hospitais privados e as nossas equipas de cirurgiões e anestesistas, irão operar os doentes nesses hospitais também. Nesta perspetiva não ficou nenhum doente não covid por tratar. Todos os doentes tiveram o mesmo tipo de tratamento pré-covid. Claro que já foi feita uma felicitação a todos os profissionais que têm sido extremamente dedicados, têm cumprido os objetivos e isto também foi possível porque trabalhamos ao sábado e trabalhamos fora de horários. Houve um esforço adicional dos profissionais, claro que remunerados de forma diferente, por esse esforço de vir trabalhar fora do seu horário e, depois, tentamos manter essa recuperação de listas com a mesma dinâmica de trabalho que já tínhamos implementado.

Para além disso, surgiu uma nova modalidade de telesaúde, que são as chamadas teleconsultas e, portanto, começou-se a fazer as teleconsultas naquilo que era possível. Os médicos foram-se adaptando a este tipo de consultas e conseguiram manter as situações prioritárias mais próximas. Hoje (4 de fevereiro) temos 108 doentes internados, já estamos muito mais aliviados, porque já tivemos 235 na altura de novembro, que foi o nosso pico de internamento de doentes Covid.

Zona Covid-19 do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa – Fotografia EMISSOR

EMISSOR: A par da exaustão dos recursos humanos existentes e, por vezes, a falta deles, a questão que se coloca é: O profissional de saúde que trabalha, quer num centro hospitalar público, quer num centro hospitalar privado, uma vez que o risco a que este está exposto é maior, na eventualidade de ficar infetado por covid-19 na prestação de serviços no hospital privado, a sua ausência não se sentirá no hospital público?

Drª Filipa Carneiro: Nesta chamada terceira vaga, nós tivemos muitos profissionais infetados assim como na primeira vaga. Na primeira, o setor privado esteve encerrado e, portanto, penso que nessa altura os contágios terão acontecido quer ao nível hospitalar, quer ao nível da comunidade, porque grande parte dos profissionais habitam em zonas onde a pandemia tinha maior prevalência-

Nesta terceira vaga também tivemos alguns profissionais, mas as cadeias de transmissão foram-se perdendo.  É sempre difícil saber onde é que a pessoa ficou contaminada, se foi no seio da sua família, se foi no local de trabalho. Nós também fizemos algum trabalho, ao nível da comunidade com os nossos infeciologistas,. nomeadamente quando há surtos nos lares, os nossos infeciologistas disponibilizam-se sempre para ir desenhar circuitos covid e não covid, dar todo o apoio, critérios de referenciação para internamento. Tivemos essa ação, quer em Cinfães, quer em Lousada, tivemos sempre através de videoconferências, com os cuidados primários…

Centro Hospitalar Tâmega e Sousa – Fotografia CHTS

Também já tratamos alguns doentes em hospitalização domiciliária, temos feito algum trabalho ao nível de oxigénioterapia domiciliária em articulação com a autoridade de saúde. Por isso, os nossos profissionais acabam por ir a outras instituições e, também, fazer algum trabalho de comunidade.

EMISSOR: Quais as necessidades mais preocupantes, além da falta de recursos humanos, que se fazem sentir no CHTS?

Drª Filipa Carneiro: Quando começou a pandemia, nós nem tínhamos capacidade instalada para a testagem. Neste momento temos uma capacidade instalada de dar resposta quer de testes rápidos, quer de testes que tem resultados em 2h. Em termos de ventiladores também temos o equipamento todo necessário… Também passamos por essas dificuldades, no início, até de máscaras, de zaragatoas. Neste momento temos os equipamentos de proteção individual necessários.

Fizemos uma extensão do Serviço de urgência com mais 600m2 que nos permite ter circuitos muito separados de doentes cirúrgicos que já existiam, cirúrgicos covid e não covid, as áreas respiratórias e, depois, por cor de triagem, temos áreas de doentes não respiratórios, para amarelos e para verdes… aumentamos o espaço da urgência.

A afluência à urgência tem vindo a diminuir, tivemos aqui um boom de um dia com 800 doentes, que é impossível ter recursos que deem resposta de uma urgência que tem habitualmente 300/400 doentes e episódios de urgência, necessidades que nós fomos aprendendo e fazendo versões corrigidas das dificuldades que fomos sentindo.

Na primeira vaga tivemos uma tenda, uma estrutura modelar, que era para atender os doentes covid e, depois, entendemos que os doentes com essa patologia eram doentes mais complexos e que iam precisar de meios complementares diagnostico, de raio x, muitas vezes de TAC, de oxigénio e que numa estrutura fora do serviço de urgência, sem esta capacidade de logística, era mais difícil tratá-los.

EMISSOR:  Tendo em conta o desperdício de 600 doses de vacinas da Sars-cov-2 amplamente difundido na comunicação social, neste momento, em que fase se encontra o CHTS face à vacinação contra a Covid-19?

Drª Filipa Carneiro: O que eu tenho a dizer sobre essa situação é que de facto as vacinas foram substituídas e nenhum dos profissionais ficou por vacinar. O processo de vacinação está a correr dentro da normalidade. Quanto à situação em si, está a decorrer um processo de inquérito.

EMISSOR: Quais são os doentes mais difíceis de tratar dentro dos Covid-19?

Drª Filipa Carneiro: Temos aprendido muito com a patologia. Neste momento já internamos mais de 2.200 doentes, temos uma larga experiência e uma diversidade muito grande. No início, tivemos de transferir alguns doentes, é sempre muito complexo de transferir um doente ventilado crítico e covid ainda mais. Os profissionais têm que ir com os equipamentos de proteção individual e acaba por ser difícil.

Centro Hospitalar Tâmega e Sousa – fotografia CHTS

Nesta terceira fase tivemos muitas gravidas covid, porque estavam a ser seguidas em instituições privadas e que, quando positivaram para o covid, foi-lhes recusado o tratamento. Tivemos um dia com 7 grávidas covid e implica uma logística, uma adaptação do espaço e dos profissionais dessas áreas.

Nesta fase, a faixa etária é mais baixa. Temos tido pacientes mais novos e que precisam de cuidados intensivos. Tivemos um caso de um senhor com 105 anos que esteve cá internado e que teve alta, que sobreviveu ao covid e vários com 90 e tais. Temos outros doentes que nos marcam mais, porque são mais jovens, embora, jovens com 40 e 50 anos, mas com patologias que agravam o prognóstico e o tratamento, doentes com obesidade, com hipertensão, com fatores de risco ao covid e que tiveram internamentos nos cuidados intensivos muito prolongados,.

Claro que também o tratamento foi variando… Na primeira vaga tratávamos os doentes com hidroxicloroquina e, depois, com os estudos, percebeu-se que não tinha utilidade e, neste momento, é dexametasona e oxigénio, mas é uma patologia que tem uma variabilidade muito grande.

Outra situação que é difícil de lidar com esta patologia foi o facto de os doentes não terem visitas, e isto para os familiares torna-se difícil. É difícil quer para o doente que está internado, quer para os próprios profissionais. Em simultâneo, nós vemos uma banalização da morte, ou seja, como as pessoas associam um mau prognostico à covid, aceitam quando as coisas têm um prognostico mais reservado e um desfecho que acaba na morte.

Por outro lado, tenho recebido alguns familiares que não conseguem viver o luto porque não acompanharam a morte dos entes queridos. Embora seja permitido que os familiares possam ver os doentes quando estão na fase terminal. Quando digo terminal, tanto do ponto de vista oncológico, como não oncológico. Mas efetivamente já recebi alguns familiares que querem que responda a algumas questões que não conseguem resolver, porque não viram os pacientes, não acompanharam os familiares… existe esta particularidade, nos tempos que correm, nos familiares e nos próprios doentes.

Querem saber se tiveram sofrimento, se tiveram dignidade na morte, se teve alguma sensação de asfixia, se teve sede… coisas tão simples quanto isto, o facto de não comunicarem, embora nós tenhamos instituído um sistema de videoconferência, permitimos que os doentes vejam e, quando vêm, por videoconferência, é tudo mais simples.

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