6.4 C
Munique
17.2 C
Porto
RegionalParedes: 26 famílias deverão abandonar as barracas onde vivem em 2022

Paredes: 26 famílias deverão abandonar as barracas onde vivem em 2022

Em colaboração com as IPSS, a Câmara Municipal pretende apostar em mais habitação social para albergar os munícipes que vivem em barracas no centro de Paredes.

Relacionados

Paços de Ferreira: Vendedor de tabaco sequestrado e assaltado em Ferreira

Na passada quinta-feira, em Ferreira, freguesia de Paços de Ferreira, um grupo de assaltantes sequestrou e roubou um vendedor de tabaco, de 31 anos. A...

Município de Felgueiras celebra escrituras com proprietários para a Zona Industrial das Barrancas

O Município de Felgueiras formalizou o compromisso assumido com os proprietários que aceitaram a negociação amigável no processo de expropriação em que Nuno Fonseca,...

Município de Baião presta apoio ao consumidor endividado através do centro de informação autárquico

A Câmara Municipal de Baião encontra-se a prestar um serviço de ajuda aos clientes bancários com dificuldades no cumprimento de contratos de crédito, através...

Após ter decorrido, a 6 de janeiro do presente ano, uma cerimónia na Câmara Municipal de Paredes referente ao Acordo de Colaboração no âmbito do 1º. Direito para o Município de Paredes, irá realizar-se a construção de habitações sociais condignas de forma ajudar 26 famílias, cerca de uma centena pessoas da comunidade cigana residente no acampamento de Valbom, no concelho de Paredes.

De acordo com a Câmara Municipal, numa primeira fase resolver-se-á “um grave problema de falta de condições de habitabilidade”, existentes no concelho há mais de 20 anos. Com o acordo, e segundo as palavras do autarca, serão criadas condições para que as obras, orçadas em 3 milhões de euros, comecem a nascer ainda este ano.

Em colaboração com as Instituições Particulares de Solidariedade Social e as juntas de freguesia, existe uma vontade do autarca em “apostar em mais habitação social noutras partes do concelho e ajudaremos a submeter candidaturas individuais de munícipes como beneficiários diretos”.

Em declarações à RTP, houve habitantes que chegaram a dizer que “com tanta promessa que há e com tantas vezes que nos chamaram, que tivemos reuniões, e nunca decidiram, nunca fizeram nada… e vamos ver se é desta vez”. Ainda de acordo com a estação televisiva, “a primeira fase vai contemplar as famílias da comunidade cigana, a segunda fase vai permitir o acesso a habitação social a cidadãos de um concelho onde os rendimentos são muito baixos”.

- Publicidade -

Deixe um comentário

Por favor deixe o seu comentário
Por favor insira o seu nome

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -
error: Conteúdo protegido