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PSD de Paredes visitou a Escola Básica e Secundária de Rebordosa e considera existir falta de condições

As obras com um valor anunciado de 1.350.000 euros não responderam às necessidades dos alunos da escola.

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A Escola Básica e Secundária de Rebordosa, em Paredes, do Agrupamento de Escolas de Vilela, sofreu obras de requalificação. As obras foram realizadas através de um acordo elaborado entre o município de Paredes e o Ministério da Educação, com um valor anunciado de 1.350.000 euros.

O valor avançado para a requalificação da obra deveria permitir a remoção das coberturas de fibrocimento, a substituição das caixilharia e piso dos pavilhões. De acordo com o PSD de Paredes, quando realizado o anúncio das obras de requalificação, o Presidente da Câmara, Alexandre Almeida, referiu que “as obras de beneficiação destas escolas vão contribuir essencialmente para melhorar a segurança e conforto dos alunos”.

“Apesar das obras há situações graves, entre as quais de segurança e de acessibilidade, que lamentavelmente não foram devidamente acauteladas e que os deputados do grupo parlamentar do PSD puderam verificar no local em visita realizada no passado dia 3 de maio de 2021 à da Escola Básica e Secundária de Rebordosa, Paredes”, avança o partido.

Durante a visita, o PSD de Paredes diz ter podido averiguar a não priorização de rampas de acesso aos pavilhões para cadeiras de rodas, a não existência de ligação funcional com o vídeo projetor e, em algumas, as infiltrações e humidades ainda são uma realidade.

Além destas condicionantes, o PSD de Paredes revela ainda que os laboratórios de Física e Química, bem como de Ciências Naturais, nas bancadas, não existem torneiras de água ligadas, nem sistema de exaustão de gases resultantes de experiências. Neste sentido, o PSD realça a  “falta de materiais coloca em causa a prática letiva em disciplinas em que as aulas laboratoriais são fundamentais para o seu processo de ensino/aprendizagem”. Já nas aulas de Educação Visual e Tecnológica, não existem locais para lavagem de materiais.

O partido realça ainda vários outros problemas como “as portas interiores dos corredores dos pavilhões de aulas abrem de fora para dentro, o que em caso de emergência e de necessidade de evacuação de pessoas, se transforma num perigo assinalável”, os elevadores não funcionam, as casas de banho para alunos com mobilidade condicionada não estão devidamente preparadas com dispensadores de sabonete e suportes de papel.

A escola não dispõe, também, de um bufete para os alunos, uma vez que os equipamentos não existem uma vez que, de acordo com o PSD de Paredes, o Município passou a responsabilidade de compra para a DSRN da DGEstE.

Não obstante, a Escola Básica e Secundária de Rebordosa possui um pavilhão gimnodesportivo, de acordo com o PSD de Paredes, de “difícil acesso para alunos com mobilidade reduzida”, não sendo, também, “acautelados os acessos para que as ambulâncias possam deslocar-se ao pavilhão para prestar socorro e/ou assistência a alunos que se magoem durante uma aula de educação física”.

O gimnodesportivo não se encontra em funcionamento por falta de instalação de uma caldeira de aquecimento de águas sanitárias, mas já se realizam aulas de educação física. O partido assinala ainda a persistência de um buraco nas traseiras do ginásio que reabre constantemente devido à ação das águas. Não foram ainda recolocados os pontos de água no espaço exterior, que existiam antes das obras e são necessários para limpeza. O PSD conclui que “no campo de jogos, ainda não foram recolocadas as balizas, nem as tabelas de basquete e não foi tapada a caixa de areia como foi pedido”.

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