DestaqueVice-presidente do PS diz que o Estado já transferiu 4.600 milhões para...

Vice-presidente do PS diz que o Estado já transferiu 4.600 milhões para as empresas

Relacionados

Paredes: Homem morre após despiste de mota

Um homem, de 29 anos, morreu, no último sábado, dia 20 de julho, na sequência de um acidente na Rua da Ferrugenta em Lordelo,...

Paredes: Idosa morre após despiste de carro

Uma idosa, de 81 anos, morreu, na manhã do passado dia 17 de julho, quando o carro que conduzia se despistou e embateu contra...

Lousada: Homem é detido para cumprimento de pena de prisão efetiva

O Comando Territorial do Porto, através do Posto Territorial de Lousada relatou através de um comunicado que deteve, no passado dia 9 de julho,...

João Paulo Correia, vice-presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (PS), marcou presença no Plenário de Militantes “Garantir o Futuro” organizado pela Concelhia de Paços de Ferreira do PS.

Foi recordado, no decorrer do plenário realizado na Casa da Cultura de Freamunde, que até outubro deste ano o Estado Português “já transferiu para as empresas 4.600 milhões de euros”, um investimento que ilustra “o mérito da governação socialista no apoio à economia, antes, durante e depois da fase mais crítica da pandemia”, esclarece João Correia.

Liderado pelo Governo do PS, o investimento do Estado é essencial para garantir a sobrevivência de grandes empresas que servem o país, sendo que o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS evidenciou achar que o Estado, ao contrário do que diz a direita, está “a investir na TAP”, existindo centenas de empresas a depender da companhia aérea. A falência da TAP significaria “o pagamento de centenas de milhões de euros em indemnizações aos trabalhadores e em subsídios de desemprego”.

De acordo com o vice-presidente da bancada parlamentar socialista, o custo para o Estado Português da queda da TAP seria maior do que o dinheiro que o Estado tem vindo a investir na mesma, recordando que os ataques da direita ao Governo do PS aquando à injeção de capital na Caixa Geral de Depósitos.

João Correia avançou que, no caso da Caixa Geral de Depósitos, a lógica é a mesma, uma vez que é necessário “salvar a empresa com um plano de restruturação assente na redução de vencimentos e rescisões amigáveis, permitindo que a companhia aérea gere lucro, pague impostos e devolva o que o Estado investiu”, conclui.

No decorrer do evento estiveram presentes Armanda Fernandez, presidente da Comissão Política Concelhia de Paços de Ferreira do Partido Socialista. Já o presidente da Junta de Freguesia da cidade que acolheu a iniciativa não se encontrou presente e não se fez representar.

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -