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Vice-presidente do PS diz que o Estado já transferiu 4.600 milhões para as empresas

No decorrer do plenário, no qual João Paulo Correia marcou presença, foram discutidos assuntos como os investimentos na TAP e na Caixa Geral de Depósitos.

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João Paulo Correia, vice-presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista (PS), marcou presença no Plenário de Militantes “Garantir o Futuro” organizado pela Concelhia de Paços de Ferreira do PS.

Foi recordado, no decorrer do plenário realizado na Casa da Cultura de Freamunde, que até outubro deste ano o Estado Português “já transferiu para as empresas 4.600 milhões de euros”, um investimento que ilustra “o mérito da governação socialista no apoio à economia, antes, durante e depois da fase mais crítica da pandemia”, esclarece João Correia.

Liderado pelo Governo do PS, o investimento do Estado é essencial para garantir a sobrevivência de grandes empresas que servem o país, sendo que o vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS evidenciou achar que o Estado, ao contrário do que diz a direita, está “a investir na TAP”, existindo centenas de empresas a depender da companhia aérea. A falência da TAP significaria “o pagamento de centenas de milhões de euros em indemnizações aos trabalhadores e em subsídios de desemprego”.

De acordo com o vice-presidente da bancada parlamentar socialista, o custo para o Estado Português da queda da TAP seria maior do que o dinheiro que o Estado tem vindo a investir na mesma, recordando que os ataques da direita ao Governo do PS aquando à injeção de capital na Caixa Geral de Depósitos.

João Correia avançou que, no caso da Caixa Geral de Depósitos, a lógica é a mesma, uma vez que é necessário “salvar a empresa com um plano de restruturação assente na redução de vencimentos e rescisões amigáveis, permitindo que a companhia aérea gere lucro, pague impostos e devolva o que o Estado investiu”, conclui.

No decorrer do evento estiveram presentes Armanda Fernandez, presidente da Comissão Política Concelhia de Paços de Ferreira do Partido Socialista. Já o presidente da Junta de Freguesia da cidade que acolheu a iniciativa não se encontrou presente e não se fez representar.

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