DestaquePenafiel - Restaurante alvo de buscas pela GNR

Penafiel – Restaurante alvo de buscas pela GNR

Relacionados

PAÇOS DE FERREIRA INAUGURA ESCOLA DE TRIAL DA FMP E RECEBE NACIONAL DA MODALIDADE

O concelho de Paços de Ferreira assinala hoje um momento considerado histórico para o motociclismo nacional com a inauguração da Escola de Trial da...

CAPITAL MOTORS REFORÇA ESTRATÉGIA DE PAÇOS DE FERREIRA PARA DIVERSIFICAR A MARCA “CAPITAL DO MÓVEL”

A realização da Capital Motors 2026 no Parque de Exposições de Paços de Ferreira representa mais do que um simples encontro de automóveis clássicos....

PROGRAMA DE SAÚDE DA MULHER EM PENAFIEL JÁ CHEGOU A MAIS DE 200 PARTICIPANTES

Começou como uma aposta diferente, juntar a menopausa, o cancro e o movimento na mesma frase e os números deram-lhe razão. O programa Meno(s)Pausa+Movimento,...

O restaurante “O Engaço”, em Penafiel, foi esta semana alvo de buscas pela GNR no âmbito de uma megaoperação que está a decorrer, pelas suspeitas de venda de carne que teria sido furtada. Esta operação contou com dezenas de militares da GNR e inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Segundo o JN o estabelecimento comercial foi alvo de buscas no âmbito “de uma investigação a uma rede criminosa que se dedicava a furtos de residências e lojas”. As autoridades suspeitam que a organização furtava vários produtos, um deles sendo carne, para depois a vender a outros comerciantes.

No decorrer desta megaoperação que conta com 300 operacionais, que além de Penafiel, envolve os municípios de Paços de Ferreira, Gondomar, Vila Nova de Gaia e Matosinhos, foram detidas pelo menos 15 pessoas, 29 constituídas arguidas, e feitas apreensões de droga, um quilo de ouro, alimentos, 29 munições, dinheiro, notas falsas e três automóveis.

Suspeita-se que este grupo tenha cerca de 30 membros, com possíveis ligações familiares.

Em declarações à SIC Noticias o Tenente-Coronel Adriano Resende disse que o grupo sinalizava as residências, vigiavam-nas e no momento oportuno entravam e “roubavam tudo o que tivesse valor e fosse fácil de tirar”. No caso dos estabelecimentos comerciais, entravam, tiravam os produtos, como relógios, roupas de desporto, consolas de jogos e ate produtos de alimentação, como bacalhau, picanha e salmão e saiam sem pegar.

A GNR suspeita que este grupo terá cerca de 30 pessoas, com possíveis ligações familiares, e já deu conta de “57 furtos em residências e 94 em estabelecimentos comerciais”, contudo a Guarda Nacional Republicana acredita que terão sido muitos mais.

 

 

- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -spot_img