DestaqueMetade dos concelhos em Portugal não têm toda a oferta formativa no...

Metade dos concelhos em Portugal não têm toda a oferta formativa no secundário

Relacionados

Dez detidos e mais de 4 300 doses de droga apreendidas em operação em Santo Tirso, Guimarães e Famalicão

Dez homens, com idades entre os 21 e os 56 anos, foram detidos por suspeita do crime de tráfico de estupefacientes nos concelhos de...

– COMUNICADO – PSD Paços de Ferreira sobre PFR Invest é inaceitável

- COMUNICADO - "Silêncio da Câmara após acórdão do Supremo sobre PFR Invest é inaceitável O PSD Paços de Ferreira considera indispensável esclarecer publicamente o...

Município de Lousada articula estratégia com juntas de freguesia para reabilitação da rede viária após meses de chuva

O presidente da Câmara Municipal de Lousada, Nelson Oliveira, reuniu com os presidentes de junta do concelho para definir uma resposta conjunta aos danos...

As áreas de formação disponíveis para os alunos do Ensino Secundários passam por Línguas e Humanidades, Ciências e Tecnologias, Ciências Socioeconómicas e Artes Visuais, no entanto, esta oferta formativa está disponível apenas em 127 concelhos do país, o equivalente a 45,7% dos concelhos do continente português.

Em 33 municípios de Portugal não existe, sequer, este nível de escolaridade obrigatória. Em oito, existe apenas um curso e em 49 municípios, duas opções.

Estas desigualdades são mais visíveis no interior do país, onde os alunos que gostam de artes e economia se vêm vedados da oferta formativa.

Em Portugal, existem jovens com 14 e 15 anos que vivem sozinhos para poderem frequentar os cursos pretendidos, bem como existem famílias que mudam de área de residência pelo mesmo motivo. No entanto, muitos dos jovens não vêm as suas realidades facilitadas e, por isso, acabam por verem o percurso académico limitado no Secundário.

Este é um problema que não é novo, no entanto, com a quebra da natalidade, este problema tem-se vindo a intensificar.

Face a esta realidade, o Ministério da Educação afirmou, por escrito, a existência de “territórios com número cada vez mais reduzido de alunos dos cursos científico-humanísticos”, devido à “redução paulatina dos nascimentos, particularmente intensa no Interior”, acrescentando a procura pelas “vias profissionalizantes” como fator responsável pela realidade.

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -