RegionalDurão Barroso afirma que as farmacêuticas deveriam acabar com a pandemia ao...

Durão Barroso afirma que as farmacêuticas deveriam acabar com a pandemia ao invés de ganhar mais dinheiro

Relacionados

GNR apreende 439 mil cigarros em operação de fiscalização em Vila Nova de Famalicão

Homem de 48 anos foi detido por suspeita de introdução fraudulenta no consumo A Unidade de Ação Fiscal (UAF) da Guarda Nacional Republicana apreendeu 439...

Serviço de transporte a pedido “Liga” chega a Lousada a 16 de março

Sistema promovido pela CIM do Tâmega e Sousa passa a abranger cinco concelhos da região O serviço de transporte público a pedido Liga, promovido pela...

Dois detidos por furto de combustível em complexo industrial de Paredes

Suspeitos, de 27 e 29 anos, foram intercetados pela GNR durante ação de patrulhamento. Dois homens, com 27 e 29 anos, foram detidos no dia...

De acordo com o Jornal de Negócios, já foram avançadas as considerações de Durão Barroso, presidente da Aliança Global para as Vacinas, face à situação atual existente entre a vacinação e os interesses das farmacêuticas portuguesas. Durão Barroso acredita que “os fabricantes devem comprometer-se a ajudar a acabar com a fase aguda da pandemia e isso significa trabalhar diretamente com a Covax [plataforma internacional de distribuição equitativa de vacinas] em vez de buscar maiores ganhos financeiros por meio de acordos bilaterais.

O presidente da Aliança Global para as Vacinas foi ainda questionado acerca da escassez de vacinas que está, de momento, a afetar vários países, devido às limitações de produção, ao que Durão Barroso afirma ser necessário “investir na capacidade de manufatura nesses mesmos países e apoiar o seu fabrico por meio de acordos de transferência de tecnologia”.

A Covax é liderada pelo Aliança Global para as Vacinas (GAVI), pela Organização Mundial de Saúde e pela coligação CEPI. Em declarações à Lusa, o Jornal Económico avança que Durão Barroso referiu que “além, obviamente, da grande divergência entre os interesses em jogo, [a abertura da propriedade intelectual para vacinas] não leva em consideração a complexidade do seu desenvolvimento científico e tecnológico, que geralmente envolve milhares de etapas e um grande ‘know-how’”, impossibilitando a fabricação por produtores de genéricos.

Durão Barroso alertou ainda a industria farmacêutica para as mutações do vírus, adiantando que “parece cada vez mais claro que os fabricantes poderão ter que se ajustar à evolução viral, incluindo, potencialmente, o fornecimento de futuras doses de reforço”, evidenciando ainda a necessidade de acesso equitativo às vacinas, uma vez que, quanto mais o vírus se espalhar, não existindo um controlo, maiores serão as oportunidade dele sofrer mutações, existência de reinfeções e novos surtos de pandemia, conclui.

- Publicidade -
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img
- Publicidade -spot_img

Últimos Artigos

- Publicidade -