CulturaCiclo de Concertos “Do Nome à Cantiga” celebra as polifonias tradicionais portuguesas

Ciclo de Concertos “Do Nome à Cantiga” celebra as polifonias tradicionais portuguesas

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Ciclo de Concertos “Do Nome à Cantiga” valoriza o Canto a Vozes, candidato a Património Cultural Imaterial da Humanidade

O Canto a Vozes, candidato a Património Cultural Imaterial da Humanidade, é uma das grandes riquezas culturais de Portugal, transportando histórias, saberes e valores de geração em geração.

Sobre rotinas, trabalhos e amores, estas canções e harmonias, tão características das várias regiões do país, continuam a ouvir-se de norte a sul, mantendo viva a tradição popular portuguesa.

O ciclo de concertos “Do Nome à Cantiga” é inteiramente dedicado às polifonias tradicionais portuguesas, com foco nas cantigas com nomes de pessoas. Maria, Ana, Rosa e muitos outros nomes comuns surgem nas recolhas que chegaram até aos nossos dias, representando a diversidade e a identidade do povo português.

Valorizando simultaneamente a cultura popular e a criação artística contemporânea, este ciclo baseia-se em cantigas tradicionais de nomes, reinterpretadas com uma nova leitura estética e musical.

Em palco, estarão as cantadeiras do Grupo Folclórico da Universidade do Minho (GFUM), num espetáculo que promete celebrar a autenticidade e a emoção das vozes tradicionais.

Do Nome à Cantiga – Ciclo de Concertos – AGENDA

Abril
– 12 (sábado), 21h30 – Centro de Interpretação do Românico, Lousada;
– 13 (domingo), 17h30 – Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro, Felgueiras.

Novembro
– 8 (sábado), 21h30 – Centro de Interpretação da Escultura Românica, Abragão, Penafiel;
– 23 (domingo), 16h00 – Igreja do Salvador de Fontarcada, Póvoa de Lanhoso.

A entrada é livre, estando sujeita à lotação dos espaços.

O ciclo de concertos “Do Nome à Cantiga” é uma coprodução da Pátio Bravo – Associação Cultural, do GFUM – Grupo Folclórico da Universidade do Minho e da Rota do Românico.

Conta com o financiamento da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes e com o apoio da ARCUM – Associação Recreativa e Cultural Universitária do Minho, da Antena 2 e do Município de Póvoa de Lanhoso.

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